Isabella é in. João Hélio é out. A menina ganhou micro-site, o menino não. João Hélio é passado. Os fashonistas de plantão arriscariam dizer que é over demais falar dele. Que não é passado tão distante para ser retrô. A isabella é o hype do momento. É o Brasil, na crista da onda, brincando de CSI falando de luminol e de vestigios de fibras encontradas em roupas dos acusados. O país traduziu as evidências sem ligar muito para o que a palavra significa.
A nação vive de desgraças enquanto não tem copa do mundo e nem big brother. A vergonha alheia é minha agora. Credo pra mim ser brasileiro e ligar a tv para só ver notícias da menina Isabella; a estrelinha cadente do sexto andar (ou seja lá qual for).
Melhor desligar-se do mundo e esperar que uma nova criança morra de maneira trágica para ver se a fila anda.
Fácil de entender.
Isabella foi em São Paulo, onde está sediada quase toda a imprensa brasileira.
João Hélio foi no Rio, morto por bandidos, que pelo que a mídia paulistana tenta mostrar, é “coisa comum” na cidade.
Resumindo: Isabella dá ibope, João Hélio não.
Assino embaixo Caio;
Abuso da imprensa alimentada pela morbidez de muitos. Aqui em casa a gente troca de canal – difícil escolha por que já vi quatro canais dando “noticias’ do caso ao mesmo tempo.
A TV tem permanecido desligada em certos horários.
Espantoso pra mim é ver neguinho aproveitar o dia de folga pra ir pra porta da delegacia xingar o casal.
Felipe,
Teve gente que matou serviço e uma aposentada viajou 400km.
Isso é que é espantoso. O fenômeno midiático.
Ir pra porta da prefeitura do Rio protestar contra a dengue é demais, parece.
É engraçado como ninguém tem a mesma disposição (e tempo) para ir até Brasília exigir impostos justos, educação decente, transparência na administração pública…
O caso da menina Isabela foi uma segunda chance de aparecer num Big Brother. De fato, foi o Brasil brincando de CSI. E de seriado em seriado, é uma pena não existir um Dexter pra dar uma limpa no país.
Tudo nesse país é efêmero e no mínimo circense. O caso do menino João Hélio, foi bárbaro, cruel, e sem falar de tantas outras vítimas que o noticiário tem apresentado. O caso Nardoni também o é, mas, esta comoção pública gerenciada pela mídia, é escabrosa. O mais interessante são os protestos dos presidiários, muitos estão lá, por terem praticado crimes hediondos (será que estão pensando que são melhores?). Quero ver essa manifestação e todo esse clamor popular, pelas necessidades públicas e notórias deste país.
Vocês comentam como se estivesse havendo uma disputa(competição) proposital, premeditada. Se a mídia usa e abusa da desgraça alheia, não tem relação nenhuma com o sofrimento lamentável, sem precedente e revoltantes assasinatos especificamente vitimando as duas criancinhas, em memória, expostas nesta página. Aliás… várias crianças por dia são colocadas a tais absurdos. além desta cloaca de país, desenfreadamente sem “lei”, até mesmo, em países considerados desenvolvidos, em severas “Leis”, há inegável diferença – é que lá: MATOU-MORREU, e não havendo o merecido extremo, PRISÃO PERPÉTUA, ou seja, mofa e apodrece atrás da grade. Portanto, não se trata de “reclame” dos direitos da cidadania, assinar em baixo alguma besteira que leu e achou liiiindo demais, nem diversão de circo, nem reivindicar menos impostos, nem banalizar o serv. de invest. criminal-SCI com tamanho desdém, nem desligar o televisor como protesto não sei o quê, nem nada de fama, ibope: “fashion” e “glamour” nenhum, nem falta ao serviço pra xingar “quem inexiste” (por acaso mereciam “flores”). E você, Oh! criatura que registrou… estrela cadente “6º andar ou sabe lá qual” e “fila da trádédia infantil andar”. decadente e infeliz enxerto em palavras, uma lástima em meio a tantas postagens idiotas que se sucederam em suas concordantes “abobrinhas”, quantos almofadinhas de conteúdo pequeno, quase vazio. O QUE OCORRE, É ESTARMOS IMPOTENTES, OBSERVANDO DUAS ENTRE VÁRIAS CRIANCINHAS COVARDEMENTE ASSASSINADAS, MONSTRUOSAMENTE CEIFADAS. ENTENDERAM!!!!!! Sete sacos de lixo, prensados numa forma de ser humano, que por acaso tem um formato de cabeça sobre o pescoço, mas o resquício de cérebro, quando consegue pensar, é pra fazer o que não presta, (dos sete vermes: cinco arrastaram uma criancinha indefesa pra assassinarem e… dois assassinaram uma criancinha indefesa pra arremessarem do alto. VOCÊS ENTENDERAM PELO MENOS “DE RASPÃO” A GRAVIDADE. E, QUE TUDO ISTO NÃO É NENHUMA BRINCADEIRINHA DE MATAR CRIANÇAS OU DE CRIANÇAS BRINCAREM DE MORRER, COMO SE ELAS POR SI MESMAS ENCERRASSEM TAL AÇÃO E FOSSEM DESPERTAR DA “BRINCADEIRINHA” EM SEGUIDA. Raciocinem!!!