Quem me conhece sabe que a minha opinião sobre o esporte é de que ele permanece sendo como uma das fontes mais profícuas de imbecilidade por parte da humanidade. Ontem tivemos mais um exemplo disso em BH.
Hoje, nos jornais da hora do almoço na TV não muito foi falado sobre o assunto. Nos programas esportivos, menos ainda.
Proponho aos responsáveis por este tipo de programa que , se tiverem culhões, que suspendam a cobertura de um jogo desses quando uma morte acontece e passem uma programação educativa em seu lugar. Quem sabe assim as TVs esboçam o papel social que o Estado lhes concede?




Ficou assim porque o galo perdeu?
brincadeira, brincadeira… akka
É por essas e outras que eu te admiro, Caio.
Agora, me desculpa, mas esperar das TVs alguma atitude contra esse tipo de imbecilidade é ilusão. Porque as torres gêmeas podem cair, Israel e Palestina podem explodir, mil crianças podem ser assassinadas no Rio que, ainda assim, a mocinha do Globo Esporte vai dar sorridente a cobertura do jogão do Sete de Setembro contra o Petrolina no Campeonato de Pernambuco.
É o famoso “osso”, meu caro.
É lamentavel esse tipo de coisa.. mas como o comentario do Humberto ai, é impossivel que eles venham a fazer isso.. Até porque são duas coisas que mais vendem para TV.. Futebol e Tragedias… Uma cena que não me esqueço na ultima olimpiada foi um atleta do levantamento de peso que se acidentou durante a prova, e em questões de segundos o cara ja estava todo cercado pelos organizadores para que o povo não vesse aquela cena do cara todo machucado… Se fosse no Brasil, o que teria de cameras dando um Zoom pra pegar uma melhor imagem… de reporteres querem fazer entrevistas com o atleta no momento…. É triste.. mais essa é a cultura da população e principalmente da midia brasileira….
Outro exemplo são os invasores de campo… enquanto no Brasil viram celebridades, na Europa as TVs cortam a imagem na hora da invazao… e por ai vai…
E no caso citado ai… são alguns elementos que depois exibem com orgulho para os amigos suas façanhas no fim de semana… pois contam com a impunidade… Fazer o que…
Li o post no dia que foi postado e fiquei “amolado”.
Me permita discordar de você quando diz que o futebol é “uma das fontes mais profícuas de imbecilidade por parte da humanidade”. Como torcedor que sou – de frequentar o estádio – posso lhe afirmar que uma pequeníssima minoria [olha a redundância] se comporta como tal.
Além do mais a notícia é, ao meu ver, precipitada. No afã do clássico até a imprensa se deixa levar pela tensão da partida. Tensão desnecessária. Vale lembrar o episódio do ano passado quando um tiroteio em dia de clássico dentro de um ônibus da linha 9402 deixou dois mortos e outros feridos foi imediatamente associado ao clássico; a ‘rádio de minas’ alardeou aos quantro ventos o fato que, ao fim da partida – eu ouvia a rádio e estava no mineirão – foi dito que nada tinha a ver com torcidas organizadas. Isso é de uma irresponsabilidade sem igual.
Crianças, jovens, idosos, homens, mulheres – todos estão no estádio, eu os vejo sempre. Dizer que um crime é “culpa” do futebol, como muitos dizem por aí é falta de respeito com os milhares de torcedores – estes sim – que se divertem ao lado de familiares e amigos.
Com relação à transmissão o Edimar aí disse tudo.
Ah! Imbecilidade pra mim é estudante de escola particular em brasília marcar encontro para brigas e universitários com trotes violentos, isto sim, é imbecilidade.
Violência gratuita.
PS.: O maior post do meu blog, sem dúvida motivado, também, pelo seu comentário. rsrs
Eu não esqueci: “sim à adversidade”
Como disse Voltaire
“Eu não concordo com nenhuma palavra do que dizeis.
Mas eu defenderei até a morte o seu direito de dizê-las.”
abraço professor,
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Olá Professor,
Eu me lembrei deste post seu hoje. É que o Esporte Espetacular da rede globo reprisou hoje o que eu considero a melhor matéria esportiva de 2009. Sobretudo porque mostra do que o Futebol é capaz.
Deixando de lado toda aquela história de ‘ópio do povo’, lavagem cerebral que muitos dizem que o Futebol faz. A matéria mostra o quanto o futebol tem sido fator de transformação em Ruanda.
Como se não bastasse, além de mostra o lado bom do futebol a matéria mostra também que é possível fazer jornalismo bacana sem ser clichê ou cair na mesmice.
Após o massacre vivido em 1994, futebol integra o povo em Ruanda, na África
abraço.