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	<title>Faça bom uso da rede &#187; Cibercultura</title>
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	<description>As elucubrações do Caio Cesar</description>
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		<title>Conheça o Curso Superior de Tecnologia em Produção Multimídia da PUC Minas</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Jun 2010 13:06:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Cesar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para mais informações, acesse o site do curso, o blog e faça sua inscrição no vestibular. Faça login nessa ideia!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="437" height="370" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/GTSeJcejU-A&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="437" height="370" src="http://www.youtube.com/v/GTSeJcejU-A&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Para mais informações, acesse o <a href="http://www.fca.pucminas.br/saogabriel/producaomultimidia/">site do curso</a>, o <a href="http://producaomultimidiapuc.wordpress.com/">blog</a> e <a href="http://www.pucminas.br/tecnologos/2010_02/tecnologia_curso_multimidia.php">faça sua inscrição no vestibular</a>. Faça login nessa ideia!</p>
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		<title>Redes Sociais: diálogo e engajamento</title>
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		<pubDate>Wed, 26 May 2010 12:48:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Cesar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cibercultura]]></category>

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		<description><![CDATA[As empresas que sabem tirar proveito disso levam vantagem clara em relação aos seus concorrentes, que não conversam com os consumidores. Outro aspecto se refere às ações dentro da própria organização, em que as Redes podem facilitar a comunicação entre setores e também entre uma determinada área da empresa e o mercado profissional, para a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>As empresas que sabem tirar proveito disso levam vantagem clara em  relação aos seus concorrentes, que não conversam com os consumidores.  Outro aspecto se refere às ações dentro da própria organização, em que  as Redes podem facilitar a comunicação entre setores e também entre uma  determinada área da empresa e o mercado profissional, para a busca de  novos talentos, por exemplo. As Mídias Sociais, portanto, não devem ser  desprezadas pelas instituições</p></blockquote>
<p><a title="IEC com você" href="http://www.pucminas.br/iec/iec_com_voce/materia.php?codigo=6742&amp;PHPSESSID=08594f6e36f952afe440537cabb98fb9">Leia a íntegra aqui</a>.</p>
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		<title>Na TV: Programa Brasil das Gerais (20/05/2010)</title>
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		<pubDate>Sat, 22 May 2010 00:49:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Cesar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cibercultura]]></category>

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		<description><![CDATA[O tema do programa Brasil das Gerais, da Rede Minas do dia 20 de maio de 2010 foi Redes Sociais. Eu fui um dos convidados. Também participaram o prof. Virgílio Almeida (UFMG), Marcus Lemos (ITE), Hanna Oliveira e Cristine Maciel (TV Record).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O tema do programa <a href="http://twitter.com/@brgerais">Brasil das Gerais</a>, da <a href="http://redeminas.tv/brasildasgerais/">Rede Minas</a> do dia 20 de maio de 2010 foi Redes Sociais. Eu fui um dos convidados.</p>
<p>Também participaram o prof. <a href="http://homepages.dcc.ufmg.br/~virgilio/site/">Virgílio Almeida</a> (<a href="http://www.ufmg.br">UFMG</a>), <a href="http://www.marcuslemos.com.br">Marcus Lemos</a> (<a href="http://www.ite.eti.br">ITE</a>), <a href="http://www.twitter.com/nanajorna">Hanna Oliveira</a> e Cristine Maciel (<a href="http://www.recordminas.com">TV Record</a>).</p>
<p><object id="viddler_b5263ee8" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="437" height="370" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.viddler.com/player/b5263ee8/" /><param name="name" value="viddler_b5263ee8" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="viddler_b5263ee8" type="application/x-shockwave-flash" width="437" height="370" src="http://www.viddler.com/player/b5263ee8/" name="viddler_b5263ee8" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
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		<title>Curso Superior de Tecnologia em Produção Multimídia</title>
		<link>http://www.caiocesar.cc/2010/04/30/curso-superior-de-tecnologia-em-producao-multimidia/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 19:22:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Cesar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Webdesign]]></category>

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		<description><![CDATA[Curso Superior de Tecnologia em Produção Multimídia &#8211; PUC Minas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.fca.pucminas.br/saogabriel/producaomultimidia/"><img class="alignnone size-full wp-image-8196097" title="Curso Superior de Tecnologia em Produção Multimídia" src="http://caiocesar.cc/uploads/divulg_multimidia-e1272655222736.jpg" alt="" width="400" height="284" /></a></p>
<p><a href="http://www.fca.pucminas.br/saogabriel/producaomultimidia/">Curso Superior de Tecnologia em Produção Multimídia</a> &#8211; PUC Minas</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Resposta da Unimed</title>
		<link>http://www.caiocesar.cc/2010/04/13/resposta-da-unimed/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 22:07:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Cesar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[UCD]]></category>
		<category><![CDATA[Webdesign]]></category>

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		<description><![CDATA[Acabo de receber uma mensagem bem bacana da Unimed acerca do meu post sobre a dificuldade de localização de uma informação lá no site deles. Leia: Caio, Entendemos que as manifestações das pessoas são oportunidades para aprimorar os nossos serviços. Em atenção ao seu post, em seu blog pessoal, sobre o nosso site &#8211; wwww.unimedbh.com.br [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acabo de receber uma mensagem bem bacana da <a href="http://www.unimedbh.com.br">Unimed</a> acerca <a href="http://www.caiocesar.cc/2010/04/08/uma-maneira-rapida-e-facil-de-descobrir-se-um-site-e-ruim/">do meu post</a> sobre a dificuldade de localização de uma informação lá no site deles. Leia:</p>
<blockquote><p>Caio,</p>
<p>Entendemos que as manifestações das pessoas são oportunidades para aprimorar os nossos serviços.</p>
<p>Em atenção ao seu post, em seu blog pessoal, sobre o nosso site &#8211; <a href="http://wwww.unimedbh.com.br/" target="_blank">wwww.unimedbh.com.br</a> (ferramenta considerada um verdadeiro canal de relacionamento com clientes e internautas), esclarecemos que as informações sobre oncologia podem ser encontradas por dois meios:</p>
<p>- pesquisa no catálogo pela terminologia Cancerologia,  que é o nome da especialidade conforme Conselho Federal de Medicina.</p>
<p>ou</p>
<p>- pesquisa pelo link &#8220;Consulte a Rede Credenciada&#8221;, que se encontra logo abaixo do catálogo. Nessa parte, você encontra todos os nossos serviços de saúde credenciados.</p>
<p>A Unimed-BH está atenta às novas tecnologias e ferramentas disponíveis do mercado para oferecer os melhores e mais modernos serviços aos seus clientes. Por isso, adquiriu a ferramenta Google Search Appliance (GSA). Essa ferramenta está em processo de adaptação e com ela será possível associar termos leigos e científicos, por meio do Dicionário de Sinônimos do Google, facilitando a busca em todo o nosso site.</p>
<p>Estamos à disposição para mais esclarecimentos.</p>
<p>Atenciosamente,<br />
Unimed-BH</p></blockquote>
<p>A resposta não poderia ter sido mais educada e mostrou uma atenção que não estamos acostumados a ver em empresas por aí. Legal! Minha resposta a eles foi:</p>
<p><em>Obrigado pela resposta enviada! Publicarei no blog para que os<br />
leitores fiquem por dentro.</p>
<p>Recomendo, adicionalmente, que considerem pesquisar com seus<br />
associados / clientes acerca destas terminologias. Eu, por exemplo,<br />
sempre pensei encontrar um oncologista dentro da categoria<br />
&#8220;oncologia&#8221;, da mesma forma que um ortopedista e um oftalmologista&#8230;.<br />
Usar uma terminologia que não é familiar a seus usuários pode ser<br />
muito prejudicial ao seu site.</p>
<p>Novamente agradeço a resposta. Muito bacana este feedback da Unimed.</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>E-mail não é site</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Feb 2010 11:37:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Cesar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[Elucubrações]]></category>
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		<description><![CDATA[Achei em uns antigos backups aqui no escritório um cd com minhas colunas para a revista WWW. Escrevi estas colunas nos anos de 2005 e 2006. Como elas ainda não estavam disponíveis para os leitores do blog, resolvi colocá-las aqui aos poucos. O que replicarei no blog é o texto bruto, enviado para os editores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Achei em uns antigos backups aqui no escritório um cd com minhas colunas para a revista WWW. Escrevi estas colunas nos anos de 2005 e 2006. Como elas ainda não estavam disponíveis para os leitores do blog, resolvi colocá-las aqui aos poucos. O que replicarei no blog é o texto bruto, enviado para os editores da revista. Os textos podem estar antigos e, ainda, terem erros. Conto com vossa compreensão. Boa leitura!</em></p>
<blockquote><p>Coluna enviada para a revista WWW no dia 1 de fevereiro de 2006</p></blockquote>
<p><!-- 		@page { margin: 0.79in } 		P { margin-bottom: 0.08in } --></p>
<p lang="pt-BR"><strong>E-mail não é site</strong></p>
<p lang="pt-BR">Rotular nunca é legal. Como também nunca é legal usar a palavra &#8216;nunca&#8217; (pois nunca se sabe o dia de amanhã). Ainda assim usamos o bendito &#8216;nunca&#8217; o tempo todo e rotulamos de quando em vez. O que se conclui com isso é que &#8211; inevitavelmente &#8211; rotularemos e usaremos o tal &#8216;nunca&#8217; da mesma maneira que usamos o &#8216;sempre&#8217;.</p>
<p lang="pt-BR">O que escrevo aqui não foje à regra. Rotularei bastante e escreverei muitos &#8216;nunca&#8217; e outros tantos &#8216;sempre&#8217;.</p>
<p lang="pt-BR">Começo com o rótulo contido no título: E-mail não é site. Por causa disso, não deve ser composto em HTML.</p>
<p lang="pt-BR">Muita gente acha que enviar e-mail com HTML é legal e vai gerar retorno para a sua empresa se o seu newsletter for composto e enviado assim. Não, as coisas não funcionam desta maneira. Os software que usamos para ler nossos e-mails não foram totalmente preparados para renderizar e exibir os códigos HTML e, por isso, muitos erros podem ocorrer – inclusive o mais temido: seu cliente não conseguir ler a sua mensagem.</p>
<p>Além destes, há vários outros motivos para nunca enviarmos e-mail com HTML para nossos clientes ou quem quer que seja.</p>
<p>Segurança: E-mails em HTML costumam são um prato cheio para os mal-intencionados embutirem scripts que serão executados pelo incauto usuário e disparar worms, cavalos de tróia e vírus. Não importa se as mensagens que você envia não tenham nenhum tipo de artifício malicioso ou “truque sujo”, lembre-se que, para ler sua mensagem, o usuário deverá habilitar a leitura de e-mails com HTML e, portanto, sofrer o risco de ser infectado por uma mensagem de outrem. Não faça isso. Se possível, oriente-o a desabilitar esta função.</p>
<p>Confusão: Muitos gerentes acham – e eu concordo com eles – que, pior do que o seu cliente não conseguir ler o seu e-mail é o fato de a sua mensagem ser confundida com um spam por alguma ferramenta que ele venha a usar. Mensagens em HTML têm mais chances de serem diagnosticadas como spam do que mensagens de texto simples. Mais um motivo para nunca, nunca mesmo, mandar e-mail com HTML.</p>
<p>E não pense que sua mensagem comercial terá mais chances de gerar retorno só por causa de imagens e de uma formatação “bonitinha”. Grandes empresas oferecem a opção de entrega de mensagens no formato texto e recebem muitos cliques e compras em retorno a estas mensagens por um motivo simples: elas entregam nas caixas de entrada dos usuários aquilo que eles querem receber. E isso não depende de uma mensagem com figuras ou a sua marca numa animação, mas sim de uma estratégia bem planejada e executada de business intelligence. Isso mesmo, inteligência é a palavra-chave aqui. Nada a ver com firulas gráficas ou e-mail em HTML.</p>
<p lang="pt-BR">Eu sempre oriento meus alunos e clientes a seguirem o caminho do bom senso e da inteligência. Faço isso insistindo para que configurem seus leitores de e-mail para não processarem o HTML das mensagens e, principalmente, para não enviarem mensagens com HTML. Fazendo isso, os destinatários sempre agradecerão.</p>
<p lang="pt-BR">Comece a exteriorizar a sua inteligência e exercitar o bom senso: não envie nem receba mensagens em HTML. Faça bom uso da rede.</p>
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		<title>Conhecer para fazer</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Feb 2010 11:32:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Cesar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[Elucubrações]]></category>
		<category><![CDATA[UCD]]></category>
		<category><![CDATA[Webdesign]]></category>

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		<description><![CDATA[Achei em uns antigos backups aqui no escritório um cd com minhas colunas para a revista WWW. Escrevi estas colunas nos anos de 2005 e 2006. Como elas ainda não estavam disponíveis para os leitores do blog, resolvi colocá-las aqui aos poucos. O que replicarei no blog é o texto bruto, enviado para os editores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Achei em uns antigos backups aqui no escritório um cd com minhas colunas para a revista WWW. Escrevi estas colunas nos anos de 2005 e 2006. Como elas ainda não estavam disponíveis para os leitores do blog, resolvi colocá-las aqui aos poucos. O que replicarei no blog é o texto bruto, enviado para os editores da revista. Os textos podem estar antigos e, ainda, terem erros. Conto com vossa compreensão. Boa leitura!</em></p>
<blockquote><p>Coluna enviada para a revista WWW no dia 1 de janeiro de 2006</p></blockquote>
<p><!-- 		@page { margin: 0.79in } 		P { margin-bottom: 0.08in } --></p>
<p lang="pt-BR"><strong>Conhecer para fazer</strong></p>
<p lang="pt-BR">Sabe aquele ditado de “escreve bem quem lê bastante”? Pois é, a mesma coisa pode ser aplicada para nossos projetos interativos. Faz melhor quem conhece os mais variados projetos, ou seja: se dá bem aqueles que usam a rede de um jeito diferente, com um olhar diferente e percebendo coisas diferentes.</p>
<p lang="pt-BR">Suponha que você acaba de ser contratado para uma consultoria. Seu cliente precisa propor algo novo para o cliente dele. A idéia é fazer algo diferente, surpreendente e eficiente. A  primeira pergunta a fazer deve ser a de sempre: “qual é o objetivo do cliente?”. Para quebrar o silêncio que certamente se instalará na sala de reuniões, explique o óbvio: diferenciar e surpreender não são objetivos claros. É preciso, em primeiro lugar, conhecer o cliente e saber o que ele pretende fazer em suas ações de comunicação; on e offline.</p>
<p lang="pt-BR">Tendo sido identificados de forma clara e eficiente os objetivos do cliente, a segunda coisa a se fazer é pesquisar. Buscar em tudo quanto for lugar algumas idéias interessantes para poder, efetivamente, surpreender o cliente com alguma solução realmente eficiente. Comece pelos concorrentes diretos do cliente, conheça-os e também as suas ações como se você fosse parte da equipe. Entenda o que eles estão fazendo e procure identificar quais objetivos podem estar por trás daquelas ações. Evitar copiá-los. Fazer algo só porque o concorrente fez não é garantia de sucesso. Verifique se aquela ação se encaixa no conjunto de objetivos de seu cliente antes de propor uma aolução semelhante. Se todos simplesmente copiassem, não haveria inovação.</p>
<p lang="pt-BR">Depois de conhecer os concorrentes de cliente como a palma de sua mão, busque conhecer aqueles que atuam no mesmo segmento, mas em praças diferentes. Por exemplo: se o cliente é um shopping center, a primeira parte da pesquisa tem como foco os outros shoppings da mesma cidade, começando por aqueles que atuam junto ao mesmo segmento e depois expandindo a pesquisa. A segunda etapa da terá como foco os shoppings de outras cidades. Comece por aqueles que tenham perfil semelhante ao do cliente e, depois, novamente, expanda seus horizontes. Neste ponto as referências se multiplicam.  Nem preciso dizer que quanto mais ações de diferentes shoppings centers, você conhece, mais fácil será propor ações interessantes para o seu cliente.</p>
<p lang="pt-BR">A pesquisa não pára por aí. Busque referências em ações de empresas de outros países se houver tempo. Você verá o quanta diferença este tipo de ação faz na hora de propor algum tipo de solução. E não se contente apenas com os concorrentes e empresas que atuem no mesmo setor do cliente em questão; busque empresas com atuação em setores proximos ou que compartilhem públicos semelhantes. Neste ponto as referências que você terá reunido serão exponencialmente superiores (em número e em ações) àquelas que você tinha quando olhava apenas para os concorrentes diretos do seu cliente.</p>
<p lang="pt-BR">Aí ficou fácil, não é? Propor uma solução que seja diferente, surpreendente e eficiente ficou moleza depois desta pesquisa que você fez. Mas também, pudera, não é? Com tanto esforço, o resultado não poderia ser diferente.</p>
<p lang="pt-BR">Moral da história: Um projeto interativo realmente novo e criativo não cai do céu.</p>
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		<title>Faça bom uso do e-mail</title>
		<link>http://www.caiocesar.cc/2010/02/19/faca-bom-uso-do-e-mail/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 11:25:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Cesar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[Elucubrações]]></category>
		<category><![CDATA[UCD]]></category>
		<category><![CDATA[Webdesign]]></category>

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		<description><![CDATA[Achei em uns antigos backups aqui no escritório um cd com minhas colunas para a revista WWW. Escrevi estas colunas nos anos de 2005 e 2006. Como elas ainda não estavam disponíveis para os leitores do blog, resolvi colocá-las aqui aos poucos. O que replicarei no blog é o texto bruto, enviado para os editores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Achei em uns antigos backups aqui no escritório um cd com minhas colunas para a revista WWW. Escrevi estas colunas nos anos de 2005 e 2006. Como elas ainda não estavam disponíveis para os leitores do blog, resolvi colocá-las aqui aos poucos. O que replicarei no blog é o texto bruto, enviado para os editores da revista. Os textos podem estar antigos e, ainda, terem erros. Conto com vossa compreensão. Boa leitura!</em></p>
<blockquote><p>Coluna enviada para a revista WWW no dia 1 de dezembro de 2005</p></blockquote>
<p><!-- 		@page { margin: 0.79in } 		P { margin-bottom: 0.08in } --></p>
<p lang="pt-BR"><strong>Faça bom uso do e-mail</strong></p>
<p lang="pt-BR">Fazer bom uso da rede também significa fazer bom uso do e-mail. Afinal, mais da metade do tráffego da rede se refere às mensagens trocadas por meio do correio eletrônico. Fazer bom uso deste serviço é crucial tanto para a empresa quanto para o profissional; seja em negócios de tecnologia ou de qualquer outra natureza.</p>
<p>Comecemos pelo uso empresarial do e-mail. Refiro-me aos casos em que a empresa entra em contato com pessoas para assuntos diversos. É providencial neste momento passar o primeiro conselho para o bom uso do e-mail: Jamais envie uma mensagem para quem quer que seja sem que esta pessoa tenha lhe autorizado.</p>
<p lang="pt-BR">Não é segredo para ninguém que o poder está nas mãos do usuário no que se refere à internet. No caso do e-mail, isso se manifesta de maneira ainda mais expressiva. Coloque-se no lugar do usuário: Sua caixa de entrada é aquele espaço só seu, protegido por uma senha que só você sabe, que só você acessa quando quiser, que você guarda o que quiser. Ver aquele espaço invadido por alguém que você nem conhece – e pior: para tentar lhe vender qualquer que seja o produto ou serviço – é algo que está muito além dos limites. Dessa forma, opte sempre por enviar mensagens em nome de uma empresa somente àqueles que concordaram em receber estas mensagens.</p>
<p lang="pt-BR">Sem deixar o sarcasmo de lado, espero nem precisar dizer que a quantidade de mensagens e a periodicidade do envio devem ser definidas pelo usuário no momento da autorização, não é? Ah, e pra ficar bem claro: evite a todo custo enviar qualquer mensagem em nome de uma empresa usando um e-mail pessoal ou de um domínio que não tenha qualquer relação com a empresa em si. Comprar um domínio e fornecer endereços aos funcionários é tão barato que o uso de serviços de terceiros é cada vez menos necessário. Se for gratuito, então&#8230; ih! Que credibilidade e autoridade você daria a uma empresa que usa um e-mail gratuito para conversar com seus consumidores e/ou prospects?</p>
<p>Antes de falar especificamente aos profissionais, duas pequenas dicas que são de extrema importância tanto para as empresas quanto para quem trabalha nelas. É hora do segundo conselho para o bom uso do e-mail: Não envie mensagens em HTML. Porquê? É simples: Você não pode garantir como o destinatário visualizará a sua mensagem. Colocar aquele texto infame que diz “caso você não esteja visualizando esta mensagem corretamente, clique aqui” não resolve nada. Aliás, para os usuários que optam pela exibição de mensagens em modo texto, este trecho nem será clicável. Para ajudar a justificar esta posição, recorro ao fato que é atraves de mensagens em HTML que os software leitores de e-mail executam scripts e disparam worms que tanto nos dão trabalho.</p>
<p>Agora, mais uma dica comum a empresas e profissionais; ou, se preferir, o terceiro conselho para o bom uso do e-mail: Se precisar enviar a mesma mensagem a um grande grupo de destinatários de uma só vez, opte pelas cópias-carbono, ou blind carbon copies. O uso deste recurso impede que sua mensagem seja tratada como spam por alguns filtros além de garantir a provacidade de todos os seus destinatários e evitar a publicação indevida de endereços eletrônicos de pessoas que, provavelmente, não concordariam com isso.</p>
<p>Agora, falando especificamente aos profissionais que usam o e-mail como ferramenta de trabalho, os dois últimos conselhos. Seguindo a ordem, eis o quarto conselho para o bom uso do e-mail. Seja claro, objetivo e não abuse da paciência do destinatário. O campo de assunto de uma mensagem eletrônica deve dizer muito sobre o conteúdo da mensagem. E deve dizer a verdade. Se você falar que tudo é “urgente”, no final das contas, nada será urgente de verdade, não é? Não precisa escrever a mensagem inteira no campo do assunto, mas basta dizer a verdade acerca do conteúdo da mensagem. Isso fará com que mensagens que precisem de resposta imediata serão lidas rapidamente e respondidas o quanto antes. Outra coisa importante a se considerar é o tamanho do texto. Além de mim, não conheço mais ninguém que tenha se acostumado a ler textos longos na tela do computador. Dá uma preguiça danada para muita gente, além de – claro – dores nos olhos. Sendo assim, segure a onda.</p>
<p>Seguindo o supracitado princípio OSSSSO (O Segredo do Sucesso é Saber Segurar a Onda), eis o quinto conselho para o bom uso do e-mail. Não trabalhe para o e-mail, deixe o e-mail trabalhar para você. Mantenha uma quantidade mínima de endereços pois gerenciar várias caixas postais é uma tarefa um tanto quanto cansativa. Além disso, ajuste a checagem automática de novas mensagens para efetuar o serviço a cada 20 minutos ou mais. Tem gente que acha que uma hora de intervalo é pouco, mas eu me contento com metade disso. O fato é que, toda vez que o seu software apita você deixa de fazer o que estava fazendo para ir lá ver o que chegou. Isso é muito pouco produtivo, não precisa nem dizer, não é?</p>
<p lang="pt-BR">Para acabar a coluna (que já está bem longa), uma última dica para deixar o e-mail trabalhar para você: use e abuse de templates e assinaturas. Já que estamos falando de rendimento no trabalho, tente contabilizar quanto tempo por semana você gasta escrevendo saudações e assinaturas para suas mensagens eletrônicas.</p>
<p lang="pt-BR">Bem, é isso. Um excelente uso do e-mail a todos!</p>
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		<title>Usabilidade é coisa séria</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 11:20:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Cesar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[Elucubrações]]></category>
		<category><![CDATA[UCD]]></category>
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		<description><![CDATA[Achei em uns antigos backups aqui no escritório um cd com minhas colunas para a revista WWW. Escrevi estas colunas nos anos de 2005 e 2006. Como elas ainda não estavam disponíveis para os leitores do blog, resolvi colocá-las aqui aos poucos. O que replicarei no blog é o texto bruto, enviado para os editores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Achei em uns antigos backups aqui no escritório um cd com minhas colunas para a revista WWW. Escrevi estas colunas nos anos de 2005 e 2006. Como elas ainda não estavam disponíveis para os leitores do blog, resolvi colocá-las aqui aos poucos. O que replicarei no blog é o texto bruto, enviado para os editores da revista. Os textos podem estar antigos e, ainda, terem erros. Conto com vossa compreensão. Boa leitura!</em></p>
<blockquote><p>Coluna enviada para a revista WWW no dia 1 de novembro de 2005</p></blockquote>
<p><!-- 		@page { margin: 0.79in } 		P { margin-bottom: 0.08in } --></p>
<p lang="pt-BR"><strong>Usabilidade é coisa séria</strong></p>
<p lang="pt-BR">O assunto já foi abordado diferentes vezes nesta coluna, mas nunca de maneira direta. Faz parte do principio “osssso”, jamais deve ser deixado de lado em um projeto web e, obviamente, deve ser pensado em todos os serviços e sistemas hipertextuais que usam – ou não &#8211; a web como suporte.</p>
<p lang="pt-BR">Usabilidade é algo que só recentemente vem sendo aplicado à web, mas o conceito, os métodos e os princípios são muito anteriores a ela. Aqui na W vocês tiveram a oportunidade de ler uma matéria bem abrangente sobre o tema e sua aplicação na web. A leitura desta matéria especial é mais do que recomendada para aqueles que se importam em construir websites eficientes.</p>
<p lang="pt-BR">Então, voltando à Usabilidade (sem nunca ter saido dela). Trata-se de um assunto sério e que, por isso, dispensa a falsa colaboração de doidos, maluquinhos, opinadores e demais aproveitadores de plantão. Mas não é um tema difícil, apesar de sua abrangência, seriedade e complexidade. Tanto que, em novembro, tivemos o dia mundial da Usabilidade (http://www.worldusabilityday.org/), promovido pela UPA (Usability Professionals&#8217; Association &#8211; http://www.upassoc.org/). Com aplitude global, como o próprio nome diz, o dia mundial da Usabilidade contou com eventos em mais de 30 países, inclusive no Brasil.</p>
<p lang="pt-BR">O dia 3 de novembro – data escolhida – teve como mote a valorização da Usabilidade, mostrando a sua importância. O slogan era: “Making it easy”, que não poderia traduzir melhor o conceito do termo Usabilidade: fazer as coisas serem mais fáceis de usar.</p>
<p lang="pt-BR">No Brasil tivemos eventos em Belo Horizonte, Curitiba e São Paulo. Em BH, onde pude, honrosamente, ser um dos professores participantes, a quantidade de inscritos e a ocupação dos auditórios onde o evento foi realizado mostrou que a preocupação em desenvolver tecnologias, dispositivos e sistemas de fácil utilização é crescente e merece a atenção de quem desenvolve sistemas interativos, com grande destaque para a web.</p>
<p lang="pt-BR">Muitos eram os interessados em tecnologias, dispositivos e websites fáceis e simples de usar para suas empresas, entidades, instituições governamentais e clientes. Afinal de contas, se é difícil de usar, as pessoas evitarão o uso, certo?</p>
<p lang="pt-BR">Foi um dia bastante produtivo, posso dizer. Pudemos mostrar a todos os interessados duas coisas muito importantes que compartilho aqui com vocês:</p>
<p lang="pt-BR">1 – Usabilidade deve ser uma preocupação presente em todo o processo de desenvolvimento de um produto, tecnologia, serviço ou sistema interativo (iclua aí os websites), e não no final, como muita gente está acostumada a ver. Estes pequenos detalhes podem fazer uma enorme diferença – tanto orçamentária, evitando  gastos desnecessários com retrabalho, quanto em satisfação do usuário;</p>
<p lang="pt-BR">2 – Usabilidade significa pesquisa, avaliação e método, coisa que muita gente esquece e acaba se baseando apenas em opiniões e achismos. Avaliações e testes de usabilidade são apresentam resultados mensuráveis que implicam em ações diretas e específicas que podem representar impactos substanciais aos projetos de desenvolvimento de novos produtos, sistemas, tecnologias e serviços.</p>
<p lang="pt-BR">Em suma: poder conversar sobre um assunto tão interessante e importante, não poderia ter sido melhor; tanto lá quanto cá. E é por isso que eu aproveito, mesmo já tendo passado quase um mês da realização do evento, para reforçar este conselho primordial para que você faça bom uso da rede: inclua avaliações de Usabilidade em todo o processo de desenvolvimento de sistemas interativos. O usuário agradecerá e, consequentemente o seu cliente e – talvez num apelo mais &#8216;capitalista&#8217; – o seu bolso também.</p>
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		<title>Na web como plataforma, sites oferecem serviços</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 11:17:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Cesar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[Elucubrações]]></category>
		<category><![CDATA[UCD]]></category>
		<category><![CDATA[Webdesign]]></category>

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		<description><![CDATA[Achei em uns antigos backups aqui no escritório um cd com minhas colunas para a revista WWW. Escrevi estas colunas nos anos de 2005 e 2006. Como elas ainda não estavam disponíveis para os leitores do blog, resolvi colocá-las aqui aos poucos. O que replicarei no blog é o texto bruto, enviado para os editores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Achei em uns antigos backups aqui no escritório um cd com minhas colunas para a revista WWW. Escrevi estas colunas nos anos de 2005 e 2006. Como elas ainda não estavam disponíveis para os leitores do blog, resolvi colocá-las aqui aos poucos. O que replicarei no blog é o texto bruto, enviado para os editores da revista. Os textos podem estar antigos e, ainda, terem erros. Conto com vossa compreensão. Boa leitura!</em></p>
<blockquote><p>Coluna enviada para a revista WWW no dia 1 de outubro de 2005</p></blockquote>
<p><!-- 		@page { margin: 0.79in } 		P { margin-bottom: 0.08in } 		A:link { color: #0000ff } --><strong>Na web como plataforma, sites oferecem serviços</strong></p>
<p>O conceito de web como plataforma está cada vez mais claro para quem usa, produz, lê a respeito&#8230; enfim: vive a web dia após dia.</p>
<p>Esta maneira, relativamente nova, de encarar a grande rede hipertextual faz com que ela (a web) deixe, inclusive, de ser “apenas” (como se isso fosse pouco) uma grande rede hipertextual para ser algo muito maior e mais importante.</p>
<p>A web pensada como plataforma significa, por exemplo, que ao invés de apenas nos fornecerem informações, os sites nos prestam serviços. E muitos deles, sem os quais um bocado de gente que está lendo esta coluna agora não conseguiria viver (salvas as devidas proporções, obviamente). Duvida? Bem, dá para afirmar com muita segurança que é bem pouco provável que tenha alguém lendo este texto que suspeite da eficiência dos software de mensagens instantâneas no auxílio de diferentes procedimentos de trabalho e comunicação em diversas empresas – tanto interna quanto externamente. Apesar de o limite entre elemento facilitador e penduricalho contra-producente ser bastante tênue, não é difícil perceber que os software de mensagens instantâneas representam uma maneira fácil de comunicação imediata entre pessoas.</p>
<p>Não é segredo, entretanto, que, para trocar mensagens instantâneas, <em>via de regra</em>, temos que instalar um software em nossa estação de trabalho. Pois é. Esta <em>via de regra</em> está sendo cada vez mais longe de ser regra com a proliferação dos web-messengers, que simulam os software de mensagens instantâneas dentro de sites. Este exemplo representa  uma maneira bastante interessante de pensarmos a web como plataforma.</p>
<p>É o que muita gente importante no mundo da tecnologia, como Tim O´Reilly – o fundador da O´Reilly Media, uma das mais respeitadas editoras de livros de tecnologia do planeta – tem chamado de web 2.0. O conceito é amplo e, ao mesmo tempo, simples: usar a web como uma plataforma para oferecer serviços. Exemplos não faltam. Os próprios web-messengers – cujo exemplo mais glamoroso e bem feito que tenho notícia é o Meebo (<span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.meebo.com/">www.meebo.com</a></span></span>), que oferece a oportunidade de você usar uma série de protocolos ao mesmo tempo, via um serviço oferecido dentro do browser, numa página da web – são bons exemplos de aplicação do conceito de web 2.0.</p>
<p>Quem mais exemplos? O Gmail como solução que independe de software (claro, você tem a opção de usar um cliente de e-mail para  baixar suas mensagens, mas a solução oferecida é tão completa que isso se faz desnecessária) para gerenciamento de grandes quantidades de mensages eletrônicas é um excelente exemplo.</p>
<p>Ainda não está satisfeito? Então vamos falar de mais um exemplo que vai fundamentar ainda mais a necessidade de pensarmos a web como uma plataforma para serviços. A esta altura do campeonato, creio que fornecer conteúdo via RSS não é mais segredo para ninguém que esteja lendo esta coluna, certo? Entretanto, mais uma vez, para agregarmos os feeds RSS de diversos sites, precisávamos de um software leitor de RSS, não é? Precisávamos. Alguns serviços bastante interessantes, oferecidos por sites (e mais importante: baseados em sites) estão acabando com a necessidade de você instalar um software específico para isso. Google e Microsoft oferecem este tipo de serviço em forma de páginas iniciais personalizáveis para seus usuários (<span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.google.com/ig">www.google.com/ig</a></span></span> e <span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.start.com/">www.start.com</a></span></span> respectivamente). Entretanto, o exemplo mais legal que encontramos é o NetVibes (<span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.netvibes.com/">www.netvibes.com</a></span></span>), que permite que você organize uma página inicial personalizada a partir de feeds RSS para praticamente tudo: de previsão do tempo até a gerência de sua caixa postal no Gmail, passando por buscas e por conteúdo de sites de notícias e weblogs. Tudo bastante personalizável.</p>
<p>O potencial deste tipo de prestação de serviço não é questionável. O que devemos, então, é aprender com isso. Três lições muito importantes são claras: 1) a web como plataforma para a prestação de serviços implica em usuários usando estes serviços; 2) serviços pressupõem personalização; 3) e personalização implica em controle.</p>
<p>Ou seja, o que nós, estrategistas, gestores e desenvolvedores web devemos pensar? Oferecer a melhor solução para nossos clientes implica em pensar de forma inovadora oferecendo controle, respeito e coerência aos usuários através de serviços úteis, utilizáveis e personalizáveis.</p>
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