Ajude a montar uma biblioteca

A professora do curso de psicologia da PUC Minas Joana d’Arc Alves está iniciando o projeto de montagem de uma biblioteca para atender as crianças e adolescentes carentes da cidade de Ipanema, MG.

A prefeitura do município cederá o local e funcionários necessários ao funcionamento dessa futura biblioteca; mas, para tanto, é preciso que sejam fornecidos os livros e equipamentos para essa instalação.

Dessa forma, a professora está recebendo as doações de  livros, revistas, DVD´s, Fitas de Vídeo, lápis,  canetas, estantes, prateleiras, mesas, cadeiras, computadores, e o que mais possa ser usado para a montagem da biblioteca, que são periodicamente transportados pela Prefeitura daquela cidade. Quando todo o material necessário for reunido, a implantação, organização e inauguração desse projeto serão efetivados.

Estas doações estão sendo recebidas à Rua Acaiaca, 270 – Bairro Dom Bosco. A Fernanda Gomes, envolvida no projeto, estará recebendo as doações – de segunda a sábado de 8:00 as 12:00 e de 18:00 ás 20:00 hs. Para mais informações, os interessados em doar algo podem entrar em contato com os envolvidos neste projeto através do telefone (31) 8602-3301 ou (31) 3416-7222. Há ainda o e-mail joana @ pucminas . br para quem quiser conversar diretamente com a responsável.

Off line – Edição 01 – Agosto 08

Eu já havia falado do assunto antes: alguns ex-alunos de longa data estão mandando muito bem na web.

Hoje recebo a novidade de que o pessoal responsável pelO Binóculo acaba de lançar mais uma edição da Off line.

Vai lá e baixa a sua.

A edição trata de death metal, conta com participações exclusivas do artista Tiago Fazito, do jornalista Átila Moreno, entrevistas  com Otto e Helvécio Ratton e tem ilustrações de Marcelo carreiro e fotos de Sérgio Bernado e Mário Afonso.

Go Neil!

Não sei se vocês viram, mas a entrevista com o Neil Young no RWW é bem bacana.

People sharing music in their bedrooms
is the new radio.

Muito bacana o ponto de vista do cara. E é legal perceber que está cada vez mais latente a necessidade de que a indústria do entretenimento se adapte a uma realidade que nem é tão nova mais.

Congresso de jornalismo investigativo em BH

O colega Fabiano Angélico manda a dica:

Caros,

Acontece em maio o 3o Congresso Internacional da Abraji (Assoc Brasileira de Jornalismo Investigativo). A Abraji é uma associação que reúne gente do primeira linha no jornalismo brasileiro.

(Esclarecimento: o termo “investigativo” nao deve ser tomado como aquela coisa de câmera escondida, embora isso faça parte. Para a Abraji, “investigação” deve ser lido com a acepção usada em Portugal, onde os pesquisadores acadêmicos são chamados de investigadores. Ou seja, a idéia é estimular uma melhor apuração, fungindo dos declaratórios vazios e dos insuportáveis releases.)

Este que vos escreve será um dos quase 100 palestrantes. Entre as presenças confirmadas está o presidente do STF, Gilmar Mendes, o diretor-geral do Datafolha, Mauro Paulino, e o delegado da PF responsável pelo “Caseirogate”, aquele caso que derrubou o Palocci.

Isso entre os não-jornalistas.

Do time de jornalistas, estarão presente Miriam Leitão, os dois últimos ombudsmen da Folha (Marcelo Beraba e Mário Magalhães), meu chefe Cláudio Abramo, o editor-executivo do Serviço Mundial da BBC de Londres, Américo Martins, entre outras feras.

Entre os gringos estão Lise Olsen, diretora do IRE (Investigative Reporters and Editors), Ignacio “Nacho” Gomes, da Colômbia; Cristian Cantero, do Paraguai, e Sandra Crucianelli, da Argentina.

Depoimento pessoal:  fui aos dois primeiros Congressos (2005 no RJ e 2007 aqui em SP) e foi a melhor coisa que fiz para minha carreira. Além de ter aprendido bastante, fiz contatos importantíssimos na minha trajetória profissional.

Divulgem, por gentileza, aí em MG.

Abraços

Fabiano Angélico

Se eu fose você, ia.

Ainda sobre filmes

Só pra constar: Autidion é outro filme muito ruim. O Spiceee havia me recomendado e há um tempão já estava com ele aqui no PC esperando para ser assistido. Topei com este filme no IMDB há pouco e lembrei de assistí-lo. Não dá nem pra descrever o quanto ele é ruim.

Tão ruim quanto (ou, se bobear, até mais que) Ringu e O Grito.

Não se deixe enganar. Assistir um jogo de futebol da terceira divisão do campeonato alagoano deve ser uma perda de tempo ainda menor do que assistir filme de terror japonês.