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	<title>Faça bom uso da rede &#187; Publicidade</title>
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	<description>As elucubrações do Caio Cesar</description>
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		<title>A importância de saber falar a língua de seu usuário</title>
		<link>http://www.caiocesar.cc/2010/08/20/a-importancia-de-saber-falar-a-lingua-de-seu-usuario/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 18:56:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Cesar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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		<description><![CDATA[Cada vez mais as empresas estão entendendo que é preciso estar na web para algo além de simplesmente marcar um lugar. Torna-se, então, cada vez mais importante compreender que é importante saber falar a língua de seu usuário neste ambiente. Nesse quesito, as empresas que nascem na web dão um banho. Enquanto a maior parte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cada vez mais as empresas estão entendendo que é preciso estar na web para algo além de simplesmente marcar um lugar. Torna-se, então, cada vez mais importante compreender que é importante saber falar a língua de seu usuário neste ambiente.</p>
<p><a href="http://caiocesar.cc/uploads/pagely.png"><img class="alignnone size-full wp-image-8196271" title="pagely" src="http://caiocesar.cc/uploads/pagely.png" alt="" width="350" height="244" /></a></p>
<p>Nesse quesito, as empresas que nascem na web dão um banho. Enquanto a maior parte das empresas que &#8220;entram&#8221; na web o fazem de maneira quase padronizada, as que enxergam bem a web como um espaço de comunicação e não apenas como um &#8220;meio&#8221; (coincidentemente ou não, estas costumam ser justamente as que nasceram na web) nadam de braçada ao se comunicarem com seus usuários de um jeito que eles entendem e são capazes de responder.</p>
<p>Dois exemplos bacanas são a <a href="http://dreamhost.com">Dreamhost</a>, que surpreende com uma comunicação informal &#8211; especialmente em suas newsletters &#8211; que descontrai, informa e não deixa a seriedade de lado, e também o <a href="http://page.ly/support/compare">Page.ly</a> (a imagem do post vem de lá), que explica aos visitantes de sei site para quem é o serviço que eles fornecem de maneira bem-humorada e eficiente.</p>
<p>Seria muito bacana se mais empresas aprendessem a se comportar assim na web.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Como não associar palavras nas ferramentas de publicidade do Google</title>
		<link>http://www.caiocesar.cc/2010/08/18/como-nao-associar-palavras-nas-ferramentas-de-publicidade-do-google/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Aug 2010 21:59:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Cesar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Publicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Juro que eu não entendi como foi aparecer este anúncio já que a mensagem nada tem a ver com o conteúdo do anúncio e &#8211; muito menos &#8211; com o produto. Pelas palavras listadas abaixo do anúncio deu pra perceber que o problema pode ter sido a escolha dos termos&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://caiocesar.cc/uploads/ad-comonaofazer.png"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-8196256" title="ad-comonaofazer" src="http://caiocesar.cc/uploads/ad-comonaofazer-300x168.png" alt="" width="300" height="168" /></a></p>
<p>Juro que eu não entendi como foi aparecer este anúncio já que a mensagem nada tem a ver com o conteúdo do anúncio e &#8211; muito menos &#8211; com o produto.</p>
<p>Pelas palavras listadas abaixo do anúncio deu pra perceber que o problema pode ter sido a escolha dos termos&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Conheça o Curso Superior de Tecnologia em Produção Multimídia da PUC Minas</title>
		<link>http://www.caiocesar.cc/2010/06/03/conheca-o-curso-superior-de-tecnologia-em-producao-multimidia-da-puc-minas/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Jun 2010 13:06:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Cesar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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		<category><![CDATA[Webdesign]]></category>

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		<description><![CDATA[Para mais informações, acesse o site do curso, o blog e faça sua inscrição no vestibular. Faça login nessa ideia!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="437" height="370" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/GTSeJcejU-A&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="437" height="370" src="http://www.youtube.com/v/GTSeJcejU-A&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Para mais informações, acesse o <a href="http://www.fca.pucminas.br/saogabriel/producaomultimidia/">site do curso</a>, o <a href="http://producaomultimidiapuc.wordpress.com/">blog</a> e <a href="http://www.pucminas.br/tecnologos/2010_02/tecnologia_curso_multimidia.php">faça sua inscrição no vestibular</a>. Faça login nessa ideia!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Tentando entender ações de comunicação no twitter&#8230;</title>
		<link>http://www.caiocesar.cc/2009/12/15/tentando-entender-acoes-de-comunicacao-no-twitter/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Dec 2009 20:21:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Cesar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Elucubrações]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Publicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Recentemente a Morini (uma padaria de BH) iniciou a campanha &#8211; ilustrada ao lado &#8211; no twitter. Eles querem aumentar o número de seguidores e, para isso, vão doar dois mil reais em cestas básicas para a entidade de escolha dos twitters assim que conquistarem 2000 seguidores. A única condição é que isso aconteça até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://twitter.com/MoriniBH/status/6666434319"><img class="alignleft size-full wp-image-8195836" title="http://twitter.com/MoriniBH/status/6666434319" src="http://caiocesar.cc/uploads/Screenshot-8.png" alt="http://twitter.com/MoriniBH/status/6666434319" width="354" height="258" /></a>Recentemente a <a title="http://www.morini.com.br" href="http://www.morini.com.br">Morini</a> (uma padaria de BH) iniciou a campanha &#8211; ilustrada ao lado &#8211; no twitter. Eles querem aumentar o número de seguidores e, para isso, vão doar dois mil reais em cestas básicas para a entidade de escolha dos twitters assim que conquistarem 2000 seguidores. A única condição é que isso aconteça até o dia 20 de dezembro.</p>
<p>A idéia é bastante interessante. Ao que tudo indica (estas são linhas escritas por um cara que está vendo tudo acontecer de longe: eu) eles querem usar a ferramenta de microblog para conversar com um público interessado em comprar seus produtos. Por algum motivo (imagino que fizeram algum tipo de pesquisa ou levantamento sobre seu público) eles associaram o comportamento de seus consumidores com o ato de solidarizar-se com uma campanha filantrópica. Se este for o caso, penso que não demorará muito para eles fazerem a doação.</p>
<p>Entenda. Olhando de fora, o que dá para perceber é que a padaria está buscando &#8211; via uma campanha de doação que ela fará &#8211; a atenção de pessoas que, ao mesmo tempo que querem que a doação seja feita, tenham interesse pelo que a empresa tem a falar. Imagino ser uma ação válida para buscar uma <a title="http://www.sethgodin.com/permission/" href="http://www.sethgodin.com/permission/">permissão inicial</a> para estabelecer diálogo com seus consumidores.</p>
<p><a href="http://twitter.com/alyssoncunha/status/6667199385"><img class="alignright size-full wp-image-8195837" title="http://twitter.com/alyssoncunha/status/6667199385" src="http://caiocesar.cc/uploads/Screenshot-9.png" alt="http://twitter.com/alyssoncunha/status/6667199385" width="354" height="258" /></a>Entretanto, vi gente criticando a ação (como mostra a imagem ao lado) argumentando que a Morini estaria &#8220;comprando&#8221; seguidores. Seria realmente isso? Será que estou olhando a coisa com bons olhos demais e deixando-me cegar pelo fato de que sou cliente da padaria em questão e achei simpática esta atitude deles?</p>
<p>Eu acho que há uma grande diferença entre a motivação e os meios (estratégias) das ações da Morini e do Luciano Huck (que sorteava prêmios aos seus seguidores), embora ambas busquem dar ao seguidor algo em troca de sua atitude de seguir o autor da ação.</p>
<p>No caso do Luciano Huck, levando em conta os atributos de uma escalada de permissão, busca-se a permissão circunstancial a partir da possibilidade de um brinde para a pessoa que o segue. Isso chama muito mais gente, pois a quantidade de pessoas que quer ganhar um prêmio é enorme. Entretanto, não necessariamente todo mundo que entra nesta onda realmente quer seguir o cara; apenas quer concorrer ao prêmio.</p>
<p>Já com a Morini, como o prêmio não é para a pessoa que segue, mas sim para uma entidade, a coisa muda um pouco de figura. Embora também circunstancial, a quantidade de gente que &#8220;entra por entrar&#8221; neste tipo de ação é bem menor do que num concurso de sorteio de prêmios. Afinal, quem apenas quer ganhar algo (muita gente) e não está interessado em ouvir o que a autora da ação quer fazer simplesmente ignora.</p>
<p>Por isso, não acho que é apropriado falar que A Morini está &#8220;comprando&#8221; seguidores com esta ação (muito embora outras vezes eles sortearam prêmios para a pessoa que desse o retweet número tal a uma mensagem deles). É que me parecem ser duas ações distintas que compartilham o mesmo fim. Enquanto uma visa recompensar diretamente uma pessoa, outra visa motivar as pessoas a participarem de algo maior.</p>
<p>Enfim. Isso me intriga. Novamente pergunto: será que estou sendo benevolente demais? Peço ajuda aos comentadores. Vamos conversar a respeito.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Sack&#8217;s Perfumaria. Mais um nome para a lista de spammers</title>
		<link>http://www.caiocesar.cc/2009/11/13/sacks-perfumaria-mais-um-nome-para-a-lista-de-spammers/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 12:50:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Cesar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Publicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje, antes de esvaziar a minha caixa de spam no GMail, vi que havia lá uma mensagem da Sack&#8217;s (uma olja online que vende perfumes). De cara, suspeitei que era mais uma empresa que deveria entrar para a lista de spammers que mencionei dias atrás. entretanto, não queria correr o risco de fazer um julgamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje, antes de esvaziar a minha caixa de spam no GMail, vi que havia lá uma mensagem da Sack&#8217;s (uma olja online que vende perfumes).</p>
<p>De cara, suspeitei que era mais uma empresa que deveria entrar para <a href="http://www.caiocesar.cc/2009/10/22/empresas-que-enviam-spam-uma-lista-que-sempre-crescera/">a lista de spammers que mencionei dias atrás</a>. entretanto, não queria correr o risco de fazer um julgamento errado da empresa e resolvi checar se era mesmo um spam ou se se tratava de um falso-positivo do GMail. Procurei então verificar se algo estava errado? Procedi com uma verificação simples. O e-mail que a Sack&#8217;s me enviou foi destinado ao meu endereço [a]caiocesar.cc. Fui então ao site da empresa e pedi para que eles me lembrassem de uma possível senha minha naquele site a partir do e-mail em questão (que poderia ser um cadastro meu lá que eu poderia ter me esquecido que um dia fiz).</p>
<p>O resultado do procedimento simples que fiz (o site da loja me informou que o meu e-mail não era um e-mail cadastrado) mostrou o que eu já suspeitava: <strong>A Sack&#8217;s Perfumaria pratica o SPAM</strong>. Afinal, que explicação há para eles me enviarem uma mensagem e me tratem como cliente sem que eu sequer tenha cadastro lá?</p>
<p>Lamentável que existam empresas que invistam neste repugnante hábito.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Empresas que enviam SPAM (uma lista que sempre crescerá)</title>
		<link>http://www.caiocesar.cc/2009/10/22/empresas-que-enviam-spam-uma-lista-que-sempre-crescera/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 18:22:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Cesar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Publicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Então&#8230; Hoje eu recebi duas mensagens comerciais não solicitadas de empresas junto as quais eu já havia me manifestado insatisfeito com relação a este tipo de atitude. Em ambos os casos, como disse, eu já havia desmarcado a opção de &#8220;concordo em receber mensagens comerciais&#8221; de meu cadastro nos sites. Ainda assim, eles continuaram me [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Então&#8230; Hoje eu recebi duas <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/E-mail_spam">mensagens comerciais não solicitadas</a> de empresas junto as quais eu já havia me manifestado insatisfeito com relação a este tipo de atitude.</p>
<p>Em ambos os casos, como disse, eu já havia desmarcado a opção de &#8220;concordo em receber mensagens comerciais&#8221; de meu cadastro nos sites. Ainda assim, eles continuaram me mandando as tais mensagens.</p>
<ul>
<li>O <strong>Submarino</strong>, pela sétima ou oitava vez enviou-me uma mensagem querendo me vender o cartão de crédito deles. <strong>Marcado como SPAM</strong>.</li>
<li>O Grupo <strong>Meio&amp;Mensagem</strong> enviou nova mensagem hoje (já perdi a conta da quantidade de mensagens que recebi deles) querendo me vender assinatura do periódico. <strong>Marcado como SPAM</strong>.</li>
</ul>
<p>Será que a lista cresce? Eu tenho certeza que sim. Sempre que isso acontecer, acrescentarei o nome aqui. Imagino que não demorará muito para que esta lista fique enorme.</p>
<p>E você, de quem anda recebendo SPAM? Manifeste-se nos comentários.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>É nisso que dá&#8230;</title>
		<link>http://www.caiocesar.cc/2009/10/16/e-nisso-que-da-2/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 17:55:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Cesar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Publicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje estava lendo o caderno de classificados do jornal Hoje em Dia (que às sextas tem duas páginas dedicadas ao universo da publicidade e propaganda) e topei com um texto que o Mário D&#8217;Alcântara replicou em seu espaço (ele tem uma coluna lá) no jornal. O texto é de autoria do Fabiano Goldoni, da CuboCC, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje estava lendo o caderno de classificados do jornal <a href="http://www.hojeemdia.com.br">Hoje em Dia</a> (que às sextas tem duas páginas dedicadas ao universo da publicidade e propaganda) e topei com um texto que o <a href="http://www.dalcantara.com.br">Mário D&#8217;Alcântara</a> replicou em seu espaço (ele tem uma coluna lá) no jornal.</p>
<p>O texto é de autoria do Fabiano Goldoni, da <a href="http://cubo.cc/">CuboCC</a>, e é recheado de boas intenções. Foi publicado no <a href="http://www.perestroika.com.br/2008/06/23/nao-desperdice-o-tempo-das-pessoas-com-propaganda/">blog Perestroika</a> (que eu não conhecia) em 2008 e replicado no jornal de hoje. Acontece que as boas intenções vêm cercadas de erros bobos de conceito.</p>
<p>O mais gritante e que mais me supreendeu foi o de ele falar que <em>Product Placement</em> é um nome novo para <em>merchandising</em>. Este é um erro bobo que todo leigo em comunicação comete. Me surpeendeu pois pareceu que o D&#8217;Alcântara (que é um cara que deve ter mais tempo de vivência de mercado do que eu tenho de vida) não leu o texto; de tão besta que é o erro.</p>
<p>Ora, qualquer um que assistiu (e prestou atenção) em ao menos uma aula sobre o assunto sabe que <em>merchandising</em> é o nome que resolveram dar no Brasil à técnica chamada <em>Product Placement</em>, iniciada nos anos 1950 nos Estados Unidos.</p>
<p>Me espanta alguém que comete este tipo de erro ter cargo importante e lidar com grandes somas de dinheiro (dos outros) em ações de comunicação.</p>
<p>Devo deixar claro que nada tenho contra as pessoas envolvidas. Meu respeito é grande por quem dá a cara a tapa e mostra a que veio. Mas não posso me furtar o dever de evidenciar o que não está certo (até mesmo porque eu gostaria que fizessem o mesmo quando erro &#8211; e não é pouco) e pode levar muita gente a pensar errado apenas para seguir o que leu num blog (ou num jornal). As coisas não são por aí e esta é uma questão séria. Mostra pra gente muita coisa sobre comunicação (on e offline) e até educação (de acordo com meu viés particular evidenciado a seguir).</p>
<p>Tal equívoco (para ficarmos apenas em um) demonstra que o ditado &#8220;em terra de cego, quem tem um olho é rei&#8221; se faz valer de um jeito que espanta &#8211; mas não surpreende &#8211; no mundinho da comunicação online. Ademais, mostra que blogs são apenas blogs e que é um erro acharmos que os reduz, mas não devemos enaltecê-los por isso. Evidencia que a reflexão anda ausente num momento em que um bom vídeo com uma trilha bacana vende melhor um conceito do que pedir para que as pessoas exercitem suas mentes. Isso expande a questão da comunicação para promoção e vendas e vai a um ponto (direciondo pelo meu interesse) adiante: o de que tem muita gente achando que ler blogs é o suficiente para aprender algo.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Dá um jóia que tá tudo certo</title>
		<link>http://www.caiocesar.cc/2009/03/20/da-um-joia-que-ta-tudo-certo/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Mar 2009 03:14:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Cesar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[Elucubrações]]></category>
		<category><![CDATA[Publicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[DISCLAMER: O título deste post nada tem a ver com o &#8220;jóia&#8221; do Quintão; mas sim com aquele comportamento muito conhecido de fechar alguém no trânsito mas &#8220;dar um jóia&#8221; para dizer que se importa e achar que isso anula a besteira recentemente feita. Então&#8230; Parece que &#8220;dar um jóia&#8221; é o suficiente para passar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>DISCLAMER: O título deste post nada tem a ver com<a title="Muito mal interpretado pelo Tom Cavalcante" href="http://www.youtube.com/watch?v=JroRs8SmnvI"> o &#8220;jóia&#8221; do Quintão</a>; mas sim com aquele comportamento muito conhecido de fechar alguém no trânsito mas &#8220;dar um jóia&#8221; para dizer que se importa e achar que isso anula a besteira recentemente feita.</em></p>
<p>Então&#8230; Parece que &#8220;dar um jóia&#8221; é o suficiente para passar por cima de uma caca que a gente faz. Algo como: pode fazer o que você quiser, desde que você dê um jóia depois. Tá valendo.</p>
<p>É isso que me parece ser o que está escrito nas entrelinhas <a title="Blog do Tas" href="http://marcelotas.blog.uol.com.br/arch2009-03-16_2009-03-31.html#2009_03-19_17_57_54-5886357-0">deste post do Marcelo Tas</a> onde ele explica que seu rabo agora abana para uma companhia telefônica. O post é recheado de idiossincrasias e contrariedades, como todas as explicações, aliás, daqueles que vendem suas opiniões e esperam que com um &#8220;jóia&#8221; (ou uma tag, ou uma hashtag ou um aviso no rodapé de um post) as coisas se resolvam (as coisas se resolvam == os leitores aceitem como normal o fato de que agora o rabo do autor tem dono). Um dos trechos que mais gostei foi este:</p>
<blockquote><p>6. Finalmente: não tenho obrigação de &#8220;falar bem&#8221;, &#8221;vender&#8221; ou mesmo fazer qualquer menção ao serviço da Telefônica.</p></blockquote>
<p>Ah, claro&#8230; A empresa está te pagando para falar do produto dela e você não tem a menor obrigação de falar bem do produto. Faça-me rir! Da mesma forma abstrata e utópica que o jornalista do caderno de turismo que viajou às custas do resort não tem a menor obrigação de falar muito bem do tal resort; ele o faz porque o resort é muito bom. Ou ainda da mesma forma que o jornalista do caderno de veículos não tem a menor obrigação de falar bem dos carros da montadora tal que custeou sua viagem ao salão de Genebra para ver os lançamentos; os produtos falam por si só&#8230; Sim, claro. Entendo perfeitamente.</p>
<p>Obviamente, como o próprio Tas explica em seu post (engraçado ele precisar explicar isso, né? É algo tão normal&#8230;) nada há de errado em vender posts, ou vender a sua opinião. Eu também acho que não há nada de errado nisso. É algo lícito e ponto final. Só que eu não faço e não acho que é algo bacana de se fazer num blog. E acho pior ainda as pessoas fazerem e acharem que só por falarem que estão fazendo a coisa se transforma em comportamento correto e corriqueiro e que está tudo bem.</p>
<p>Bem, embora seja algo lícito, IMHO, eu não acho que fica tudo bem. Meu ponto é o seguinte: Os blogs são caracterizados por encarnarem e escancararem o poder democrático da web na questão da produção de conteúdo. Com um blog, eu, você ou qualquer outra pessoa comum pode &#8211; DE GRAÇA &#8211; colocar a sua opinião na rede para os outros lerem. Isso faz desta ferramenta uma excelente plataforma para o jornalismo cidadão, opinativo, pessoal, direto e verdadeiramente descomprometido com interesses econômicos quaisquer. Um blog (e aí vale complementar que qualquer outra ferramenta de publicação semelhante se apropria do raciocínio, como o Twitter, por exemplo) vale da reputação e da autoridade de seu autor; diferente de um jornal, que se vale do poderio econômico de quem o mantém (ou seja, de um grupo seleto de engravatados e de seus anunciantes). Portanto, um blog, embora não obrigatoriamente o seja, tem o potencial de ser um exemplo verdadeiro de comunicação independente.</p>
<p>É uma pena, portanto, quando autores que se esforçaram para construir sua reputação com blogs e demais ferramentas simplesmente optem por &#8220;entrar num esquemão&#8221; de grande mídia e vender suas opiniões em troca de seu sustento. Claro que todo mundo deve ganhar dinheiro, e reforço que fazer o que estas pessoas fazem de vender seus posts é lícito. Mas não deixa de ser feio e decepcionante. É feio porque no blog a pessoa, por mais pública que seja, tem a oportunidade de permanecer independente e opta por não seguir este caminho. Sinceramente, não acredito que o Tas precise deste dinheiro para viver; ele tem outras fontes de renda diferentes. E ele poderia deixar (se é que algum dia foi) seu blog (e/ou twitter) independente.</p>
<p>Chega a ser engraçado, portanto, essa tomada de atitude estranha de vender sua opinião e achar que deixar claro que aquela opinião específica é vendida (com uma tag ou hashtag) deixa tudo claro e tranqüilo para quem lê o que a pessoa escreve. Óbvio que não. Se a atitude não fosse estranha, não seria necessário explicá-la, você não acha? Pense se agora os leitores destas pessoas que vendem suas opiniões em posts de seus blogs ou streams de twitter acham que realmente tudo o que eles escrevem é livre de influências externas? Eu duvido.</p>
<p>Em suma: Nada contra vender sua opinião. Ela é sua e você faz com ela o que quiser; mas não espere ter a mesma credibilidade de outrora depois que você começar a escrever posts em troca de dinheiro.</p>
<p>Enfim&#8230; Parece que faço parte de <a title="O Fabrício também" href="http://idomyownstunts.blogspot.com/2009/03/dia-triste-unfollow.html">um pequeno grupo de pessoas</a> que acham que blogs devem ser apenas blogs e não jornais pessoais onde os pequenos e <a title="The joke is on you" href="http://www.google.com.br/search?q=latrina+mambembe&amp;ie=utf-8&amp;oe=utf-8&amp;aq=t&amp;rls=com.ubuntu:en-US:unofficial&amp;client=firefox-a">mambembes</a> Robertos Marinhos vendem espaço publicitário.</p>
<p>E você, o que acha?</p>
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		<title>Um possível caminho</title>
		<link>http://www.caiocesar.cc/2009/01/23/um-possivel-caminho/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Jan 2009 13:19:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Cesar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Innovid (link via techcrunch) parece estar mostrando um possível caminho para que seja adicionado o elemento &#8220;interatividade&#8221; a vídeos na web. São várias modalidades de inserção de conteúdo interativo que anunciantes em potencial podem escolher ao contratar a empresa para proporcinar soluções bem interessantes. Na galeria dá para ver que além dos já conhecidos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-8195500" title="innovid" src="http://caiocesar.cc/uploads/20090123-innovid.jpg" alt="innovid" width="300" height="225" />A <a title="Innovid" href="http://www.innovid.com">Innovid</a> (link via <a title="Clickable canvas" href="http://www.techcrunch.com/2009/01/22/innovid-launches-new-form-of-video-advertising-the-clickable-canvas/">techcrunch</a>) parece estar mostrando um possível caminho para que seja adicionado o elemento &#8220;interatividade&#8221; a vídeos na web.</p>
<p>São várias modalidades de inserção de conteúdo interativo que anunciantes em potencial podem escolher ao contratar a empresa para proporcinar soluções bem interessantes.</p>
<p>Na <a title="Gallery" href="http://www.innovid.com/gallery.php">galeria</a> dá para ver que além dos já conhecidos synched overlay e bug há outras possibilidades de inserção de conteúdo clicável em vídeos bastante promissoras. Vale uma olhada bem de perto.</p>
<p>Me lembra muito o que uma finada empresa de BH fazia em 2002/2003&#8230; Ah, se os sócios não tivessem rompido&#8230;</p>
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		<title>Você viu o anúncio da Microsoft com o Seinfeld?</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 10:55:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Cesar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bem, este assunto deve tirar um pouco da atenção do Chrome durante as próximas horas. Ontem foi ao ar durante o horário nobre estadunidense o primeiro filme de uma nova campanha da Microsoft. O anúncio conta com a participação de Jerry Seinfeld que &#8211; dizem &#8211; levou 10 milhões de dólares para fazer parte da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://caiocesar.cc/uploads/clownclub.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-8194543" title="clownclub" src="http://caiocesar.cc/uploads/clownclub.jpg" alt="" width="300" height="177" /></a>Bem, este assunto deve tirar um pouco da atenção do <a title="Hype" href="http://www.google.com/chrome/index.html?hl=pt-BR&amp;brand=CHMG&amp;utm_source=pt-BR-hpp&amp;utm_medium=hpp&amp;utm_campaign=pt-BR">Chrome</a> durante as próximas horas.</p>
<p>Ontem foi ao ar durante o horário nobre estadunidense <a title="Assista no YouTube" href="http://www.youtube.com/watch?v=afR5J7eskno">o primeiro filme de uma nova campanha da Microsoft</a>. O  anúncio conta com a participação de <a title="IMDB" href="http://www.imdb.com/name/nm0000632/">Jerry Seinfeld</a> que &#8211; dizem &#8211; levou 10 milhões de dólares para fazer parte da coisa que &#8211; também dizem, custou 300 milhões.</p>
<p>Então&#8230; eu ví a peça agora há pouco e devo dizer que gostei. Por alguns motivos:</p>
<ul>
<li>Não mostra uma <a title="MS" href="http://www.microsoft.com">Microsoft</a> arrogante;</li>
<li>Coloca o Bill Gates como o geek que todo mundo acha que ele é, e não como o demônio que todo mundo quer que ele seja;</li>
<li>Não tenta revidar de maneira alguma os anúncios <a title="Get a Mac" href="http://www.apple.com/getamac/ads/">Mac vs PC</a>. Isso eu acho muito interessante, pois acredito que esta seja uma briga da <a title="Apple" href="http://www.apple.com">Apple</a>, e não da Microsoft. É a Apple que tem <a title="Você quer números?" href="http://marketshare.hitslink.com/report.aspx?qprid=8">uma participação ridícula</a> de mercado. Então revidar aquele tipo de ataque não faria muito sentido;</li>
<li>O filme é para pessoas comuns; se fosse para blogueiros profissionais, teria microsite, teria &#8220;vazado&#8221; (os bobos acreditam ainda que as coisas &#8220;vazam&#8221;) na net antes e tudo o mais. Mas não tem. Talvez depois venha a ter, mas eu acho que não é esse o ponto. A Microsoft deve estar mirando um objetivo mais conceitual, de desmistificação da sua marca e reposicionamento. O cenário do filme não poderia ser outro, as personagens estão bem perto do homem comum, o que humaniza mais a marca;</li>
<li>A campanha parece ter um tom de humor mais refinado, sutil. O produto fica guardadinho nas entrelinhas, só na sugestão. Gostei. Me fez simpatizar um pouco mais pela Microsoft;</li>
<li>O Bill Gates parece gente, e não um andróide que nunca troca de roupa e nem a Microsoft é uma empresa sem rosto. Ele reforça esta cara à Microsoft &#8211; justo agora que se aposentou &#8211; de uma empresa de gente comum.</li>
</ul>
<p>Não sei quanto a você, mas eu curti. Obviamente, o filme não vai me fazer comprar o Windows (como disse, não acredito que esta seja a meta), mas me fez abrir um sorrisinho para a Microsoft (acho que o objetivo está mais por aí).</p>
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