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	<title>Faça bom uso da rede &#187; UCD</title>
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	<description>As elucubrações do Caio Cesar</description>
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		<title>Respondendo algumas perguntas sobre Usabilidade</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 12:57:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Cesar</dc:creator>
				<category><![CDATA[UCD]]></category>
		<category><![CDATA[Webdesign]]></category>

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		<description><![CDATA[Recebi um questionário enviado por graduandos em comunicação. Embora esteja um pouco amplo demais, sem uma indicação muito precisa do que quer ser descoberto, com problemas em algumas perguntas, e contendo outras que não me compete responder, resolvi compartilhar as minhas respostas por aqui. Quem sabe isso não ajuda mais pessoas a se informarem sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recebi um questionário enviado por graduandos em comunicação. Embora esteja um pouco amplo demais, sem uma indicação muito precisa do que quer ser descoberto, com problemas em algumas perguntas, e contendo outras que não me compete responder, resolvi compartilhar as minhas respostas por aqui. Quem sabe isso não ajuda mais pessoas a se informarem sobre o assunto, né?</p>
<blockquote><p>Boa noite;</p>
<p>Sou Xxxxxx Xxxxxxxx, estudante de Jornalismo e integrante do grupo de TCC  da Xxxxxxx, cujos objetos de estudo são Jornalismo Multimidiático e  Jornalismo Institucional. Nossa peça prática será o projeto piloto de um  Portal de Comunicação para a Xxxxxx.<br />
Após pesquisas, chegamos ao seu nome para ajudar no corte teórico  através de uma entrevista.<br />
Portanto, segue, em anexo, um pequeno  questionário para que você, por favor, responda e nos ajude.<br />
Peço que  me envie as respostas até terça-feira (27/07), neste mesmo e-mail. Peço  também que informe o seu currículo.<br />
Estou no aguardo. Desde já agradeço.</p></blockquote>
<p><strong>Como estão os estudos de 	usabilidade atualmente?</strong></p>
<p><!-- 		@page { margin: 0.79in } 		P { margin-bottom: 0.08in } --><span style="color: #ff0000;">Acredito estarem se desenvolvendo de maneira bastante promissora. O campo está cada vez mais conhecido e mais pessoas estão colaborando, o que é bastante positivo. A Usabilidade tem ganhado mais atenção a cada novo projeto. Isso é bom para o projeto e, especialmente, os usuários.</span></p>
<p><strong>O meio acadêmico tem mais 	influência ou quem dita mais as regras nessa área é o mercado e 	seu empirismo?</strong></p>
<p><span style="color: #ff0000;">No que diz respeito a Usabilidade, mercado e academia são bem próximos. Grande parte dos pesquisadores em universidades têm um pé no mercado e grande parte dos consultores em usabilidade têm um pé na universidade. Esta ligação é uma indicação – inclusive – de credibilidade do profissional. Dessa forma, a dicotomia entre universidades e mercado não existe neste campo como em outros.</span></p>
<p><strong>Como você vê os avanços na 	área?</strong></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Vejo com olhos bastante animados e esperançosos. As recentes colaborações vindas – por exemplo – da vertente do desenvolvimento ágil são bastante interessantes e prometem ajudar a popularizar o trato em usabilidade no desenvolvimento de produtos interativos.</span></p>
<p><strong>Quais são as tendências no que 	tange a usabilidade hoje em dia? E o futuro, tem como prever um 	pouco?</strong></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Acredito que o desenvolvimento e aprimoramento / validação de técnicas e métodos de desenvolvimento ágil voltados para usabilidade ou que levem em consideração a usabilidade são especialmente promissores. Além disso, há um crescimento que deve ser olhado de forma muito positiva das abordagens que levam em conta acessibilidade e usabilidade.</span></p>
<p><strong>Quais são os sites ou portais que 	você considera referência em usabilidade? Por quê?</strong></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Google é um exemplo que devemos sempre ter em mente neste aspecto. Sua mentalidade de desenvolvimento voltado para o usuário é bastante interessante. Obviamente eles erram, como todos os outros, mas estão sempre atentos e iterando a partir do feedback dos usuários. Seus produtos são desenvolvidos tendo isso em mente, o que faz deles muito eficientes.</span></p>
<p><!-- 		@page { margin: 0.79in } 		P { margin-bottom: 0.08in } --><span style="color: #ff0000;">Além de Google, enxergo a Globo.com como uma empreitada que trabalha de forma bastante interessante e efetiva o trato em experiência do usuário.</span></p>
<p><strong>Onde entra a experiência do 	usuário nessa área? E os testes de usabilidade?</strong></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Entram onde os métodos e técnicas que estão sendo adotados indicam. Normalmente acontece em todo o desenvolvimento e produção de um projeto. Desde a pesquisa para a descoberta de usuários, validação de ideias, verificação da eficiência de propostas a partir de protótipos, testes com produtos em desenvolvimento e avaliação de produtos prontos.</span></p>
<p><strong>Além da usabilidade, quais os 	outros conceitos que, se colocados em prática, ajudam o usuário a 	chegar o mais próximo o possível da “experiência perfeita” na 	web?</strong></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Na verdade a usabilidade envolve vários conceitos e é difícil enxergá-la como algo único. Estão contidos dentro desta grande ideia, trato em acessibilidade, procedimentos de arquitetura de informação, prototipação, validação, e por aí vai. Assim sendo, a lista de variáveis e conceitos é bem ampla. De qualquer forma, acredito que os membros de todas as equipes de desenvolvimento e produção precisam ficar bastante atentos com as demandas dos usuários e também com a validação de suas propostas, verificando, inclusive, a adequação destas junto aos usuários. Seguindo isso, é possível proporcionar excelentes experiências de uso.</span></p>
<p><strong>O que você acha que um portal 	multimidiático de uma faculdade de comunicação precisa ter?</strong></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Precisa atender 	as necessidades dos usuários e contemplar os objetivos da 	instituição. Assim sendo, este tipo de descoberta deve ser feita 	pesquisando-se junto aos usuários do portal e, obviamente, 	consultando e entendendo os objetivos da instituição.</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O jogo de um único grande erro</title>
		<link>http://www.caiocesar.cc/2010/07/08/o-jogo-de-um-unico-grande-erro/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 16:21:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Cesar</dc:creator>
				<category><![CDATA[UCD]]></category>
		<category><![CDATA[Webdesign]]></category>

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		<description><![CDATA[A imagem acima contém um grande erro. Se você é um bom desenvolvedor, sabe qual é. Ela foi retirada do site da Receita Federal, na página onde fazemos a consulta pela restituição do imposto de renda. Para quem ainda não sacou, o erro é colocar o botão de &#8220;limpar&#8221; o formulário numa posição onde o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.receita.fazenda.gov.br/Aplicacoes/Atrjo/ConsRest/Atual.app/index.asp"><img class="alignnone size-full wp-image-8196177" title="screenshot_receita_20100708" src="http://caiocesar.cc/uploads/screenshot_receita_20100708.png" alt="" width="438" height="228" /></a></p>
<p>A imagem acima contém um grande erro. Se você é um bom desenvolvedor, sabe qual é.</p>
<p>Ela foi retirada <a href="http://www.receita.fazenda.gov.br/Aplicacoes/Atrjo/ConsRest/Atual.app/index.asp">do site da Receita Federal, na página onde fazemos a consulta pela restituição do imposto de renda</a>.</p>
<p>Para quem ainda não sacou, o erro é colocar o botão de &#8220;limpar&#8221; o formulário numa posição onde o usuário costuma encontrar o botão de &#8220;enviar&#8221; os dados preenchidos no formulário. Este erro, que é duplo (explico a seguir) proporciona uma péssima experiência, pois o usuário preenche os dados e clica &#8211; esperando que alguma ação de consulta aconteça &#8211; mas percebe que seu CPF e os dados inseridos no CAPTCHA foram apagados. Bem desnecessário e equivocado este esforço da Receita Federal.</p>
<p>O posicionamento deste botão nesta ordem e local específicos confunde o usuário e deve ser evitado.</p>
<p>Além deste erro primário de posicionamento, o botão de &#8220;limpar&#8221; em um formulário é, por si um equívoco. Responda rapidamente: por qual motivo alguém preenche os campos de um formulário para depois limpar tudo? Obviamente não há resposta para esta pergunta e a colocação deste botão só serve para complicar as coisas.</p>
<p>Fica pior quando o famigerado botão é posicionado num local que sugere que este deve ser o botão a ser apertado para que a função do formulário seja executada.</p>
<p>Mandou mal, Receita Federal.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Abandonando a mediocridade. Ep. 02 – Design de Interfaces</title>
		<link>http://www.caiocesar.cc/2010/07/07/abandonando-a-mediocridade-ep-02-%e2%80%93-design-de-interfaces/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 02:43:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Cesar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Empregos]]></category>
		<category><![CDATA[UCD]]></category>
		<category><![CDATA[Webdesign]]></category>

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		<description><![CDATA[Dando sequencia às reflexões sobre o apagão da mão-de-obra qualificada &#8211; especialmente no mercado de comunicação e tecnologia &#8211; aventuro-me neste post a falar sobre o design de interfaces. É incrível perceber, gostaria de ressaltar antes de começar o post em si &#8211; como é comum vermos hoje em dia (em pleno ano de 2010) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dando sequencia às <a href="http://www.caiocesar.cc/2010/07/06/como-deixar-de-ser-um-profissional-ou-estudante-mediocre-ep-01-producao-web/">reflexões</a> sobre o <a href="http://www.caiocesar.cc/2010/07/05/o-apagao-da-mao-de-obra-qualificada/">apagão da mão-de-obra qualificada</a> &#8211; especialmente no mercado de comunicação e tecnologia &#8211; aventuro-me neste post a falar sobre o design de interfaces.</p>
<p>É incrível perceber, gostaria de ressaltar antes de começar o post em si &#8211; como é comum vermos hoje em dia (em pleno ano de 2010) que tem gente que chama o designer de interfaces de webdesigner&#8230; Questãozinha que me dá até preguiça&#8230; Mas é legal deixar claro que não se trata da mesma coisa. O que se chamava no passado de webdesigner não existe mais hoje; era aquele profissional que, sozinho, dava conta de toda a produção de um site. Hoje, feitas as devidas adaptações, o webdesigner estaria mais para um gestor de projetos do que para um cara que desenha interfaces em si. Este cara, o que desenha as interfaces, e o seu trabalho são os pontos centrais de minha reflexão de hoje.</p>
<p>Falando sobre este trabalho, então, não é difícil percebermos que tem muita gente querendo trabalhar com isso. Entretanto, novamente temos aqueles grandes agrupamentos de categorias (ou capacidade / qualidade) dos profissionais&#8230;</p>
<ul>
<li>Uma minoria ínfima tem talento e é capaz de propor algo novo e bacana.</li>
</ul>
<ul>
<li>Um grande contingente simplesmente replica o que vê e tem certo domínio da ferramenta para execução e, com isso, mantém-se no mercado sem muito destaque.</li>
</ul>
<ul>
<li>Um contingente ainda maior que o anterior é de gente ruim de serviço.</li>
</ul>
<p>Como todo mundo quer sempre subir um degrau nesta escala de qualidade profissional, espero aqui ajudar com algumas dicas. De quebra, imagino que ajudarei algumas pessoas a abandonarem o estado de mediocridade profissional e garantir seu lugar ao sol. Obviamente seria um delírio achar que todo mundo deveria (ou conseguiria) se encaixar no estágio avançado de propor coisas novas e se dar bem com isso. Entretanto, é legal sabermos que às vezes a gente vai se encontrar quase lá. E comportar-se de acordo com isso é importante; especialmente para não levarmos grandes rasteiras da vida.</p>
<ol>
<li>Entenda que<strong> ser um bom designer de interfaces é algo que vai além do domínio de uma ferramenta ou outra</strong>. Você deve compreender o que é design, ter boas noções de composição, equilíbrio e de cores. A ferramenta em si é, como já disse, secundária. Saber o que deve ser feito é infinitas vezes mais importante do que saber o que cada botão faz num software. Cuidado para não entender errado&#8230; Não quero dizer que você não deve dominar as ferramentas, mas sim que apenas dominá-las não faz de você um bom designer de interfaces. Para entender isso, há algumas boas fontes, on e offline. Os livros do <a href="http://www.2ab.com.br/Produtos.asp?ProdutoID=64">Modesto Farina</a>, o do <a href="http://books.google.com/books?id=26AmgxXxNiwC&amp;printsec=frontcover&amp;source=gbs_ge_summary_r&amp;cad=0#v=onepage&amp;q&amp;f=false">João Gomes Filho</a> e também o do <a href="http://www.experienciaperfeita.org/">Felipe Memória</a> podem ajudar bastante nisso. O do Felipe, inclusive, deve ser lido por quem quer trabalhar com planejamento e com experiência também. Mas disso falaremos num momento mais adiante. Dentre as referências online, a <a href="http://www.commarts.com/">Communication Arts</a> é uma excelente pedida. Confesso que tenho um pouco de preguiça daqueles sites que reúnem uma listagem de sites bonitos. Isso porque geralmente não se vê muita criação, mas sim replicação&#8230;</li>
<li><strong>Colecione boas referências</strong>. Navegue bastante, leia bastante, assista bastante, preste atenção e tudo o que você vê nas ruas e fora delas. O tempo todo. Tudo pode ser uma boa referência. Mas a coisa não para por aqui. Você deve aprender a tratar as referências como referências. Policie-se para não sair por aí replicando as coisas que vê. Este é um grande desafio.</li>
<li>Compreenda que desenvolver interfaces demanda conhecimento daquilo que você vai fazer, mas também conhecimento do público que vai usar aquilo que você vai fazer e &#8211; obviamente &#8211; das inclinações estratégicas da entidade para a qual você vai fazer aquela interface. Procure, então, <strong>conhecer o usuário</strong>, suas características, costumes e demandas, bem como aquilo que os concorrentes da entidade que lhe contratou para desenvolver aquela interface fazem e quais são os objetivos desta entidade tanto no que se refere a esta interface em si quanto no que se refere as estratégias mais abrangentes da entidade.</li>
<li>Tenha em mente que <strong>desenvolver interfaces é uma etapa num processo maior</strong>, que acontece depois que ensaios visuais foram feitos e que pesquisas foram conduzidas e antes que as soluções sejam efetivamente construídas. Levem em consideração, então, que você deve saber trabalhar em grupo, se envolver em etapas anteriores e envolver produtores e programadores que colocarão as mãos na massa em etapas posteriores. E que fique bem claro que todos estão trabalhando para atingir um objetivo comum. Este tipo de envolvimento é bacana pois reduz riscos de retrabalho, garante o alinhamento do projeto e minimiza as chances de algo dar errado. Se você é um bom profissional e se vê em uma empresa que não pratica estas boas práticas, tentar implementá-las é uma excelente demonstração de sua capacidade e potencial. Se você não é um bom profissional, nem perceberá que é uma falha quando isso não acontece. E se você é um profissional medíocre, vai reclamar quando alguém da produção ou do planejamento der algum pitaco que macule a sua obra de arte. Pense nisso.</li>
<li>Desenvolva suas capacidades no uso das ferramentas. Esta dica é a última justamente pois penso que este domínio, embora seja uma maneira bem fácil e eficiente de as empresas filtrarem os bons profissionais, não deve ser o seu objetivo final de desenvolvimento profissional. Guarde isso:<strong> todo bom designer de interfaces domina as ferramentas. Mas nem todos os que dominam as ferramentas são bons designers de interfaces</strong>. Uma coisa que recomendo a todos é evitar cursos puramente voltados ao uso dos software. Normalmente estes cursos são pouco produtivos. Costumo recomendar cursos aplicados a objetivos ou procedimentos específicos e também a utilização forçada&#8230; Algo que mistura a busca por referências, o aprendizado online por meio de tutoriais e o desenvolvimento de capacidades a partir do exercício forçado. pegar uma composição bacana e se propor a replicar aquele efeito que você achou legal é um excelente exemplo disso. É o famoso &#8220;aprenda fazendo&#8221;&#8230; Costuma ser mais eficiente do que um curso para saber quais são os atalhos da ferramenta.</li>
</ol>
<p>É claro que esta é uma lista bem curta. Se você procurar um bom designer de interfaces, como o <a href="http://www.3bits.net">Herbert Rafael</a> ou o <a href="http://www.planb.com.br">Daniel Negreiros</a>, eles te falarão muitas outras coisas bastante eficientes e mais específicas. De qualquer forma, imagino que estas cinco dicas listadas acima podem te ajudar a sair de um estado de mediocridade profissional e colocá-lo no rumo de um futuro mais bacana.</p>
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		<title>Resposta da Unimed</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 22:07:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Cesar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[UCD]]></category>
		<category><![CDATA[Webdesign]]></category>

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		<description><![CDATA[Acabo de receber uma mensagem bem bacana da Unimed acerca do meu post sobre a dificuldade de localização de uma informação lá no site deles. Leia: Caio, Entendemos que as manifestações das pessoas são oportunidades para aprimorar os nossos serviços. Em atenção ao seu post, em seu blog pessoal, sobre o nosso site &#8211; wwww.unimedbh.com.br [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acabo de receber uma mensagem bem bacana da <a href="http://www.unimedbh.com.br">Unimed</a> acerca <a href="http://www.caiocesar.cc/2010/04/08/uma-maneira-rapida-e-facil-de-descobrir-se-um-site-e-ruim/">do meu post</a> sobre a dificuldade de localização de uma informação lá no site deles. Leia:</p>
<blockquote><p>Caio,</p>
<p>Entendemos que as manifestações das pessoas são oportunidades para aprimorar os nossos serviços.</p>
<p>Em atenção ao seu post, em seu blog pessoal, sobre o nosso site &#8211; <a href="http://wwww.unimedbh.com.br/" target="_blank">wwww.unimedbh.com.br</a> (ferramenta considerada um verdadeiro canal de relacionamento com clientes e internautas), esclarecemos que as informações sobre oncologia podem ser encontradas por dois meios:</p>
<p>- pesquisa no catálogo pela terminologia Cancerologia,  que é o nome da especialidade conforme Conselho Federal de Medicina.</p>
<p>ou</p>
<p>- pesquisa pelo link &#8220;Consulte a Rede Credenciada&#8221;, que se encontra logo abaixo do catálogo. Nessa parte, você encontra todos os nossos serviços de saúde credenciados.</p>
<p>A Unimed-BH está atenta às novas tecnologias e ferramentas disponíveis do mercado para oferecer os melhores e mais modernos serviços aos seus clientes. Por isso, adquiriu a ferramenta Google Search Appliance (GSA). Essa ferramenta está em processo de adaptação e com ela será possível associar termos leigos e científicos, por meio do Dicionário de Sinônimos do Google, facilitando a busca em todo o nosso site.</p>
<p>Estamos à disposição para mais esclarecimentos.</p>
<p>Atenciosamente,<br />
Unimed-BH</p></blockquote>
<p>A resposta não poderia ter sido mais educada e mostrou uma atenção que não estamos acostumados a ver em empresas por aí. Legal! Minha resposta a eles foi:</p>
<p><em>Obrigado pela resposta enviada! Publicarei no blog para que os<br />
leitores fiquem por dentro.</p>
<p>Recomendo, adicionalmente, que considerem pesquisar com seus<br />
associados / clientes acerca destas terminologias. Eu, por exemplo,<br />
sempre pensei encontrar um oncologista dentro da categoria<br />
&#8220;oncologia&#8221;, da mesma forma que um ortopedista e um oftalmologista&#8230;.<br />
Usar uma terminologia que não é familiar a seus usuários pode ser<br />
muito prejudicial ao seu site.</p>
<p>Novamente agradeço a resposta. Muito bacana este feedback da Unimed.</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Uma maneira rápida e fácil de descobrir se um site é ruim</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 11:35:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Cesar</dc:creator>
				<category><![CDATA[UCD]]></category>
		<category><![CDATA[Webdesign]]></category>

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		<description><![CDATA[Quer saber uma maneira rápida e fácil de descobrir se um site é ruim? Fácil: basta precisar usá-lo. Acabo de passar um aperto danado tentando achar um telefone de uma clínica usando o site da Unimed BH (da qual sou cliente) enquanto uma pessoa me esperava ao telefone e, para minha surpresa, não consegui fazê-lo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-8196063 alignleft" title="cadê?" src="http://caiocesar.cc/uploads/08042010723.jpg" alt="" width="300" height="225" />Quer saber uma maneira rápida e fácil de descobrir se um site é ruim? Fácil: basta precisar usá-lo.</p>
<p>Acabo de passar um aperto danado tentando achar um telefone de uma clínica usando o site da <a title="Unimed" href="http://www.unimedbh.com.br">Unimed BH</a> (da qual sou cliente) enquanto uma pessoa me esperava ao telefone e, para minha surpresa, não consegui fazê-lo usando a busca.</p>
<p>Eu sabia apenas o nome do médico, a especialidade dele e o nome da sua clínica, mas não consegui localizar a especialidade na lista fornecida (no exemplo da imagem ao lado, outra especialidade que não aparece na lista: oncologia) .</p>
<p>Qual foi a solução? <a href="http://www.google.com">Google</a>, claro! Depois de buscar pelo nome do médico, pimba! Achei os dados no site da clínica.</p>
<p>Resultado? Num teste rápido, simples e eficiente (porém, traumático): <strong>Unimed, seu site fede</strong>.</p>
<p><strong>UPDATE (13 de abril, 19:35): </strong><a href="http://www.caiocesar.cc/2010/04/13/resposta-da-unimed/">Recebi uma resposta da Unimed para esta mensagem</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Aula inaugural da 4a. turma do curso de Design de Interação</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 17:12:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Cesar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[UCD]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.designdeinteracao.com.br"><img class="alignnone size-full wp-image-8196056" src="http://caiocesar.cc/uploads/convite_palestra_3bits_b.jpg" alt="" width="480" height="352" /></a></p>
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		<item>
		<title>Um blog é um blog e nada mais que um blog</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Feb 2010 12:03:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Cesar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Achei em uns antigos backups aqui no escritório um cd com minhas colunas para a revista WWW. Escrevi estas colunas nos anos de 2005 e 2006. Como elas ainda não estavam disponíveis para os leitores do blog, resolvi colocá-las aqui aos poucos. O que replicarei no blog é o texto bruto, enviado para os editores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Achei em uns antigos backups aqui no escritório um cd com minhas colunas para a revista WWW. Escrevi estas colunas nos anos de 2005 e 2006. Como elas ainda não estavam disponíveis para os leitores do blog, resolvi colocá-las aqui aos poucos. O que replicarei no blog é o texto bruto, enviado para os editores da revista. Os textos podem estar antigos e, ainda, terem erros. Conto com vossa compreensão. Boa leitura!</em></p>
<blockquote><p>Coluna enviada para a revista WWW no dia 30 de setembro de 2006</p></blockquote>
<p><!-- 		@page { margin: 0.79in } 		P { margin-bottom: 0.08in } --><strong>Um blog é um blog e nada mais que um blog</strong></p>
<p>Não é pra ser chato, mas sim realista. Embora os blogs (ou weblogs) sejam a materialização mais proeminente das assertivas de que a web é um espaço democrático, devemos sempre ter em mente que um blog não é nada mais do que um blog.</p>
<p>Como assim? É fato que, já há algum tempo, mais precisamente desde 2002, quando a Globo.com popularizou no país o serviço Blogger.com em sua versão brasileira, vivemos um crescente hype em torno dos blogs. Todos os dias milhares de novos blogs são criados e um sem-número de jornalistas descobrem a ferramenta e começam a publicar usando suas facilidades ou a criticá-la, apontando aqueles velhos defeitos (impossibilidade de aferir se o que está escrito é verdade, a questão do anonimato e por aí vai). Isso se mostra no fato de que hoje há quase tanto destaque nos grandes portais brasileiros para os blogs mantidos por jornalistas e hospedados por ali do que paras as próprias notícias. É uma bolha que não pára de crescer.</p>
<p>Isso tem o lado bacana de popularizar os blogs, mas tem o lado ruim de distorcer seu formato inicial. Usar o formato de blog para manter um jornal ou um periódico noticioso pode ser muito ruim. Tanto para quem o faz quanto para quem o acompanha. E os grandes portais têm feito isso sistematicamente no Brasil, contratando equipes de profissionais para escrever posts em blogs que levam a chancela de jornalistas famosos. Isso é muito ruim. Em primeiro lugar porque não custa nada manter um blog coletivo e todos assinarem com seus próprios nomes; em segundo lugar porque este tipo de blog acaba por confundir a cabeça de quem lê, sem saber direito se é um blog ou um site de notícias; em terceiro lugar, porque esta crise de identidade acaba por criar mais celeuma em cima do formato, contestando-se sua validade.</p>
<p>Adicione a esta argumentação aquela já conhecida síndrome de Andy Warhol: Todo mundo parece querer seus quinze minutos de fama na Internet. Aí, as celebridades instantâneas mantenedoras de blogs acabam por se confundir, tentando assumir a postura de fontes oficiais de notícias e de delineadores de opinião quando a coisa não é bem assim.</p>
<p>Por isso, repito: um blog é um blog e nada mais que um blog. É um espaço para a publicação rápida e fácil de conteúdo, num formato padronizado cuja maior característica é a disposição de informações em uma página de forma cronologicamente inversa, onde as entradas mais recentes estão no topo e as mais antigas, na parte de baixo da página. Além disso, o formato permite que o leitor interaja com o dono do blog, comentando as entradas e perenizando as discussões, através dos arquivos disponíveis.  Esta explicação simplificada do formato tem o propósito de deixar claras as vantagens para as pessoas comuns, como você e eu, que querem manter um blog.</p>
<p>Ta, Caio&#8230; Você indicou uma questão, mas não apontou nenhuma resposta. Calma!</p>
<p>Que tal começarmos a tratar os blogs como eles são: blogs? O primeiro passo para isso é deixar claro, naquele conhecido espaço onde o autor fala de si, algumas linhas sobre o conteúdo autoral daquele site. Outra ação interessante é evitar usar o formato para fazer jornalismo. Isso evita críticas ao site em si e ao formato de blog. Uma terceira ação é a de evitar usar um blog para nada mais do que ganhar dinheiro. Pessoalmente, sou contra um blog pessoal ter anúncios.</p>
<p>Admito que não há como escapar da prática. Entretanto, é legal sempre ter em mente que, se o propósito é ter um site pessoal, por qual motivo você precisa de anúncios? Agora, se o seu negócio é ter um site de conteúdo e vender espaço publicitário nele, recomendo outro formato que não o de blog. O motivo? Simples: um blog é um blog e nada mais que um blog.</p>
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		<title>Num mundo perfeito&#8230;</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Feb 2010 12:01:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Cesar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Achei em uns antigos backups aqui no escritório um cd com minhas colunas para a revista WWW. Escrevi estas colunas nos anos de 2005 e 2006. Como elas ainda não estavam disponíveis para os leitores do blog, resolvi colocá-las aqui aos poucos. O que replicarei no blog é o texto bruto, enviado para os editores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Achei em uns antigos backups aqui no escritório um cd com minhas colunas para a revista WWW. Escrevi estas colunas nos anos de 2005 e 2006. Como elas ainda não estavam disponíveis para os leitores do blog, resolvi colocá-las aqui aos poucos. O que replicarei no blog é o texto bruto, enviado para os editores da revista. Os textos podem estar antigos e, ainda, terem erros. Conto com vossa compreensão. Boa leitura!</em></p>
<blockquote><p>Coluna enviada para a revista WWW no dia 25 de agosto de 2006</p></blockquote>
<p><!-- 		@page { margin: 0.79in } 		P { margin-bottom: 0.08in } --></p>
<p lang="pt-BR"><strong>Num mundo perfeito&#8230;</strong></p>
<p lang="pt-BR">Num mundo perfeito, muita coisa seria diferente. As pessoas não repassariam correntes. Os celulares e laptops gratuitos não seduziriam os incautos a enviar mensagens desnecessárias para enormes listas de destinatários.</p>
<p lang="pt-BR">Em momentos em que enviar uma mensagem para uma grande lista se faz necessário, num mundo perfeito, as pessoas esconderiam os endereços dos destinatários das mensagens no campo de cópia oculta das mensagens. Além disso, num mundo perfeito, as empresas aprenderiam que enviar mensagens comerciais não solicitadas é ruim para sua imagem e reputação.</p>
<p lang="pt-BR">Num mundo perfeito, os worms, cavalos de troia e virus não assustariam tanto, pois deixaríamos de enviar e – principalmente – receber mensagens de e-mail compostas em HTML.</p>
<p lang="pt-BR">Os e-mails não conteriam anexos desnecessários. Nada de vídeos dentro das mensagens. Apenas links, indicando que o vídeo da piadinha da hora está disponível no YouTube. Falando nisso&#8230; Num mundo perfeito, celebraríamos a criação de um site tipo o YouTube, mas só que ao invés de vídeos, seriam hospedados os famosos arquivos do powerpoint, que tanto nos atormentam com as infames fotinhas de criancinhas fofinhas e animais engraçadinhos.</p>
<p lang="pt-BR">Aquelas mensagens que vão além, forçando as rimas para falar da importância da amizade e do amor por meio de letrinha scoloridas e animadas acompanhadas de um não menos chato fundo musical nem chegariam a nossas caixas postais.</p>
<p lang="pt-BR">Num mundo perfeito, as pessoas deixariam de lado o péssimo hábito de subverter as regras gramaticais e assassinar o nosso idioma em troca de alguns toques a menos nos teclados. A gritaria em caixa-alta praticamente desapareceria.</p>
<p lang="pt-BR">Num mundo perfeito, o conteúdo dos sites e dos textos que colocamos na web não seriam copiados indiscriminadamente sem que fosse citada a fonte da informação. O plágio, tão deplorável, seria minimizado.</p>
<p lang="pt-BR">Os sites não teriam introdução em flash e nem splash-pages. Os microsites seriam chamados de microsites e não de sites quentes. Num mundo perfeito não sofreríamos com sites e peças publicitárias interativas que têm áudio, mas não oferecem a opção de desligá-lo.</p>
<p lang="pt-BR">Num mundo perfeito, o compartilhamento de arquivos via redes P2P não seria encarado como pirataria, pois cairia a ficha de que quem mais baixa arquivos de música é – coincidentemente – quem mais compra discos.</p>
<p lang="pt-BR">Num mundo perfeito, o acesso a determinados sites e serviços, o uso de mensageiros instantâneos e de software de VoIP não seria travado por gerentes de redes obcecados por proibições e restrições. Isso porque, num mundo perfeito, as pessoas saberiam usar com moderação todos os recursos que têm a seu dispor.</p>
<p lang="pt-BR">Num mundo perfeito, o argumento mais usado por nove de cada dez gerentes de rede de que estas proibições ocorrem apenas por questão de segurança cairia por terra, uma vez que eles (os gerentes de rede) aceitariam o fato de que a maior porta de entrada de virus nas empresas é o e-mail, e não faz sentido proibí-lo.</p>
<p lang="pt-BR">Finalmente, num mundo perfeito, as pessoas fariam excelente uso da rede.</p>
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		<title>Seu site também serve para se comunicar com seus clientes</title>
		<link>http://www.caiocesar.cc/2010/02/26/seu-site-tambem-serve-para-se-comunicar-com-seus-clientes/</link>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 11:58:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Cesar</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Webdesign]]></category>

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		<description><![CDATA[Achei em uns antigos backups aqui no escritório um cd com minhas colunas para a revista WWW. Escrevi estas colunas nos anos de 2005 e 2006. Como elas ainda não estavam disponíveis para os leitores do blog, resolvi colocá-las aqui aos poucos. O que replicarei no blog é o texto bruto, enviado para os editores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Achei em uns antigos backups aqui no escritório um cd com minhas colunas para a revista WWW. Escrevi estas colunas nos anos de 2005 e 2006. Como elas ainda não estavam disponíveis para os leitores do blog, resolvi colocá-las aqui aos poucos. O que replicarei no blog é o texto bruto, enviado para os editores da revista. Os textos podem estar antigos e, ainda, terem erros. Conto com vossa compreensão. Boa leitura!</em></p>
<blockquote><p>Coluna enviada para a revista WWW no dia 2 de agosto de 2006</p></blockquote>
<p><!-- 		@page { margin: 0.79in } 		P { margin-bottom: 0.08in } --></p>
<p lang="pt-BR"><strong>Seu site também serve para se comunicar com seus clientes</strong></p>
<p lang="pt-BR">Não é novidade alguma dizer que ter um site é imprescindível para uma empresa.</p>
<p lang="pt-BR">A presença na web é estrategicamente importante no que diz respeito às ações comerciais e de marketing de uma organização. Só que – creio – em virtude deste forte apelo voltado para as vendas, muitos gestores se esquecem que seus sites são – para seus clientes – a melhor opção para estabelecer contato com a empresa.</p>
<p lang="pt-BR">É certo que não há estratégia comercial viável que não considere boas ações de marketing; e não existem ações de marketing eficientes que não incluam ações de publicidade e de comunicação. E um dos mais fortes apelos da web é, justamente, poder promover a comunicação em duas direções: da empresa para seu público e do seu público de volta para a empresa.</p>
<p lang="pt-BR">Parece básico, mas muita gente se esquece disso e se preocupa apenas em construir para suas empresas sites bonitos, cheios de cores, sons e animações e que sejam bastante “interativos”. E é aqui que mora o perigo.</p>
<p lang="pt-BR">Clicar em links e ver as coisas se movimentarem não é ser interativo. Este equívoco pode ser fatal para a eficiência de um site. Interatividade, sob o ponto de vista da comunicação, implica em bidirecionalidade, não apenas em exploração intuitiva de conteúdo.</p>
<p lang="pt-BR">Para deixar bem claro, tracemos um paralelo entre uma loja na web e outro ponto de venda da mesma empresa, fora da web. Quando um cliente entra em sua loja física – ou seja, fora da web – ele espera poder conhecer os seus produtos e obter o máximo de informações sobre eles para que seja feita a compra com segurança e satisfação, não é? E quando ele não encontra todas as informações que precisa ou não acha o produto ou serviço específico, o que ele faz? Procura um vendedor, certo? A mesma coisa acontece quando esta situação se repete na rede. O seu site deve ser claro e objetivo o suficiente para que o usuário encontre nele todas as informações que precisa para que você consiga fechar um negócio com ele. Caso ele não encontre tudo o que procura para tomar sua decisão, o que ele faz? Entra em contato com a sua empresa através de um e-mail, por exemplo, correto? Correto!</p>
<p lang="pt-BR">Ou seja: mais do que apenas uma vitrine de sua empresa, o seu site é a sua própria empresa. O cliente espera encontrar nele as respostas para suas perguntas e necessidades de informações sobre seus produtos e / ou serviços. E o mais bacana disso é que o seu site fica 24 horas por dia disponível, enquanto fora da web existem diversas limitações.</p>
<p lang="pt-BR">Então&#8230; Chegamos ao ponto crucial desta coluna: muitas empresas se esquecem disso e deixam de lado o importante papel de ferramenta de comunicação que um site pode exercer para sua empresa. Quantas vezes você enviou uma mensagem pelo “fale conosco” de um site e nunca obteve resposta? Eu já perdi a conta de quantas vezes isso já aconteceu comigo. Evitar que seus clientes se frustrem com isso pode trazer excelentes resultados para sua empresa.</p>
<p lang="pt-BR">Ignorar isso pode ser uma falha terrível; indicativo de um péssimo uso de uma excelente ferramenta. Como o título deste texto lembra bem: o site também serve para se comunicar com seus clientes. Embora pareça óbvio, responder as mensagens recebidas pelo site ou até ir além, disponibilizando outras maneiras de se comunicar com a empresa ou com outros usuários e clientes – chat, voip, fóruns – pode trazer muito mais resultados do que aquela linda animação em flash dos seus produtos com efeitos mirabolantes.</p>
<p lang="pt-BR">Então, fazer bom uso de um site é bem fácil. Basta lembrar que sem comunicação não há estratégia de marketing que dê certo. Mesmo que seu site não venda produtos pela rede, lembre-se que ele pode ser bastante útil para sua empresa se ele funcionar como uma forma eficiente de contato com seus clientes.</p>
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		<title>Respeito é bom e o usuário gosta</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 11:57:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Cesar</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Webdesign]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Achei em uns antigos backups aqui no escritório um cd com minhas colunas para a revista WWW. Escrevi estas colunas nos anos de 2005 e 2006. Como elas ainda não estavam disponíveis para os leitores do blog, resolvi colocá-las aqui aos poucos. O que replicarei no blog é o texto bruto, enviado para os editores da revista. Os textos podem estar antigos e, ainda, terem erros. Conto com vossa compreensão. Boa leitura!</em></p>
<blockquote><p>Coluna enviada para a revista WWW no dia 3 de julho de 2006</p></blockquote>
<p><!-- 		@page { margin: 0.79in } 		P { margin-bottom: 0.08in } 		A:link { color: #0000ff } --></p>
<p lang="pt-BR"><strong>Respeito é bom e o usuário gosta</strong></p>
<p lang="pt-BR">Produzir websites compatíveis é algo cuja importância e a prioridade ultrapassam (por mais difícil que isso possa parecer) os egos das equipes responsáveis.</p>
<p lang="pt-BR">Nós, produtores e editores, estamos acostumados com este linguajar e com as práticas de produção e verificação de sistemas interativos (ou, pelo menos gostaria de pensar que estamos) e acabamos por achar a abordagem do tema um tanto quanto repetitiva. Mas pensemos – um pouquinho apenas – naquelas pessoas para as quais fazemos os sites. Aqueles que vão usar os sistemas interativos que produzimos nem sempre (ou quase nunca) têm o expediente e a curiosidade de manter instaladas as versões mais recentes dos browsers X, Y e Z para verificar qual vai exibir de maneira mais fiel o produto interativo que eles querem acessar.</p>
<p lang="pt-BR">Supor que o “usuário médio” (quem é esse?) usa o browser X, é um erro grave. Muito grave.</p>
<p>Para ilustrar, eis um exemplo real. O portal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais é de livre consulta e pode ser acessado por todo e qualquer cidadão conectado à rede. Entretanto, quem mais usa os serviços disponibilizados no endereço <a href="http://www.tjmg.gov.br/">www.tjmg.gov.br</a> são advogados e representantes de partes envolvidas em processos judiciais. Obviamente não são – necessariamente – experts em sistemas interativos; são especialistas em causas legais.</p>
<p lang="pt-BR">Como todos aqueles que não são – como nós – produtores ou estão envolvidos em produção de sistemas interativos, não têm a obrigação de manter-se atualizados e, muito menos, de instalar três ou quatro browsers diferentes em suas estações de trabalho, os usuários deste portal são bombardeados todos os dias com notícias como “o browser da empresa líder mundial de mercado em software tem graves falhas de segurança”.</p>
<p lang="pt-BR">Assim aconteceu com uma pessoa que me procurou para comentar sobre o sistema judiciário e a ineficiência do referido portal. A pessoa comentou comigo que – por mais de uma semana – esperava a disponibilização de importantes informações sobre o andamento de um processo. Havia perdido há muito a paciência. Cansada de esperar, resolveu entrar em contato com o suporte do portal para queixar-se da demora na publicação destas importantes informações. Procurou-me para que eu a auxiliasse a descrever o erro numa linguagem que o destinatário de sua mensagem de reclamação pudesse entender. Concordei em ajudar e pedi para que me mostrasse o erro.</p>
<p lang="pt-BR">Tão logo a pessoa iniciou o processo de navegação para visitar o portal, percebi que escolheu o browser Firefox. Observei todo o procedimento efetuado e vi que a busca realizada pela pessoa não retornou resultados. Pedi para que agora realizasse o procedimento usando o Internet Explorer. Eis que fui interrompido com uma expressão de espanto: “mas vocês que &#8216;entendem&#8217; de internet não dizem que o Firefox é melhor?”. Concordei e respondi: “sim, mas pode ser que o website em questão não funcione bem no Firefox”. Ao usar o browser da Microsoft, a busca retornou os tão desejados resultados por muito esperados.</p>
<p lang="pt-BR">Demorou um pouco, mas consegui explicar que a culpa não era – nem de longe – do Firefox; e muito menos do Internet Explorer. Imagina se esta pessoa que me procurou não tivesse ninguém para auxiliá-la neste momento? O que aconteceria?</p>
<p lang="pt-BR">Se é pra atribuir responsabilidade, façamos o correto e indiquemos os responsáveis pelo portal, que deixaram passar batidas questões de compatibilidade de seu portal com o browser que mais cresce em participação no mercado.</p>
<p lang="pt-BR">A moral da história é fácil de encontrar. Respeito é bom e o usuário gosta. Produzir sistemas interativos compatíveis é dever de toda equipe de produção e peça chave para que o usuário seja sempre respeitado.</p>
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