Como funciona a internet?
Excelente e providencial para a primeira aula que acontece esta semana para minhas turmas de graduação.

Via: Online Schools
Excelente e providencial para a primeira aula que acontece esta semana para minhas turmas de graduação.

Via: Online Schools
Comendo uma pizza gigante de presunto do pizzaiolo lourdes de 24,90. Vale a pena.
Recebi um questionário enviado por graduandos em comunicação. Embora esteja um pouco amplo demais, sem uma indicação muito precisa do que quer ser descoberto, com problemas em algumas perguntas, e contendo outras que não me compete responder, resolvi compartilhar as minhas respostas por aqui. Quem sabe isso não ajuda mais pessoas a se informarem sobre o assunto, né?
Boa noite;
Sou Xxxxxx Xxxxxxxx, estudante de Jornalismo e integrante do grupo de TCC da Xxxxxxx, cujos objetos de estudo são Jornalismo Multimidiático e Jornalismo Institucional. Nossa peça prática será o projeto piloto de um Portal de Comunicação para a Xxxxxx.
Após pesquisas, chegamos ao seu nome para ajudar no corte teórico através de uma entrevista.
Portanto, segue, em anexo, um pequeno questionário para que você, por favor, responda e nos ajude.
Peço que me envie as respostas até terça-feira (27/07), neste mesmo e-mail. Peço também que informe o seu currículo.
Estou no aguardo. Desde já agradeço.
Como estão os estudos de usabilidade atualmente?
Acredito estarem se desenvolvendo de maneira bastante promissora. O campo está cada vez mais conhecido e mais pessoas estão colaborando, o que é bastante positivo. A Usabilidade tem ganhado mais atenção a cada novo projeto. Isso é bom para o projeto e, especialmente, os usuários.
O meio acadêmico tem mais influência ou quem dita mais as regras nessa área é o mercado e seu empirismo?
No que diz respeito a Usabilidade, mercado e academia são bem próximos. Grande parte dos pesquisadores em universidades têm um pé no mercado e grande parte dos consultores em usabilidade têm um pé na universidade. Esta ligação é uma indicação – inclusive – de credibilidade do profissional. Dessa forma, a dicotomia entre universidades e mercado não existe neste campo como em outros.
Como você vê os avanços na área?
Vejo com olhos bastante animados e esperançosos. As recentes colaborações vindas – por exemplo – da vertente do desenvolvimento ágil são bastante interessantes e prometem ajudar a popularizar o trato em usabilidade no desenvolvimento de produtos interativos.
Quais são as tendências no que tange a usabilidade hoje em dia? E o futuro, tem como prever um pouco?
Acredito que o desenvolvimento e aprimoramento / validação de técnicas e métodos de desenvolvimento ágil voltados para usabilidade ou que levem em consideração a usabilidade são especialmente promissores. Além disso, há um crescimento que deve ser olhado de forma muito positiva das abordagens que levam em conta acessibilidade e usabilidade.
Quais são os sites ou portais que você considera referência em usabilidade? Por quê?
Google é um exemplo que devemos sempre ter em mente neste aspecto. Sua mentalidade de desenvolvimento voltado para o usuário é bastante interessante. Obviamente eles erram, como todos os outros, mas estão sempre atentos e iterando a partir do feedback dos usuários. Seus produtos são desenvolvidos tendo isso em mente, o que faz deles muito eficientes.
Além de Google, enxergo a Globo.com como uma empreitada que trabalha de forma bastante interessante e efetiva o trato em experiência do usuário.
Onde entra a experiência do usuário nessa área? E os testes de usabilidade?
Entram onde os métodos e técnicas que estão sendo adotados indicam. Normalmente acontece em todo o desenvolvimento e produção de um projeto. Desde a pesquisa para a descoberta de usuários, validação de ideias, verificação da eficiência de propostas a partir de protótipos, testes com produtos em desenvolvimento e avaliação de produtos prontos.
Além da usabilidade, quais os outros conceitos que, se colocados em prática, ajudam o usuário a chegar o mais próximo o possível da “experiência perfeita” na web?
Na verdade a usabilidade envolve vários conceitos e é difícil enxergá-la como algo único. Estão contidos dentro desta grande ideia, trato em acessibilidade, procedimentos de arquitetura de informação, prototipação, validação, e por aí vai. Assim sendo, a lista de variáveis e conceitos é bem ampla. De qualquer forma, acredito que os membros de todas as equipes de desenvolvimento e produção precisam ficar bastante atentos com as demandas dos usuários e também com a validação de suas propostas, verificando, inclusive, a adequação destas junto aos usuários. Seguindo isso, é possível proporcionar excelentes experiências de uso.
O que você acha que um portal multimidiático de uma faculdade de comunicação precisa ter?
Precisa atender as necessidades dos usuários e contemplar os objetivos da instituição. Assim sendo, este tipo de descoberta deve ser feita pesquisando-se junto aos usuários do portal e, obviamente, consultando e entendendo os objetivos da instituição.
Post rapidinho para dar sequência aos apontamentos de soluções para o apagão da mão-de-obra qualificada.
Um profissional de planejamento medíocre que trabalha com comunicação e tecnologia é aquele que já tem o site / produto / ação completamente planejado enquanto o atendimento lhe repassa o briefing. É aquele profissional que acha que um microsite (uma aberração também chamada de hotsite) resolve qualquer problema de lançamento de produto e acredita no mantra de que o importante é “gerar buzz” (seja lá o que isso queira dizer). Ou seja: um profissional de planejamento medíocre é aquele que trabalha com soluções pré-fabricadas e não entende (ou acha que não precisa saber) as necessidades dos usuários e de seu cliente. Suas propostas não inovam e nem se modificam. E o mais grave: ele acha que sabe algo. E isso é muito perigoso!
Para ser bem direto, se você se enxergou em alguma(s) das afirmações sobre um profissional de planejamento medíocre apresentadas acima, eis algumas dicas para você:
Update: São capacidades imprescindíveis para um profissional de planejamento:
Normalmente recebo esta pergunta por e-mail (como foi o caso hoje e, por isso resolvi ajudar mais gente pelo blog) ou em aula. Então vou aproveitar para mostrar uma maneira simples de colocar preços em um projeto de freela.
São cinco passos simples:
Então você se encaixa numa categoria que quase se gaba poor não ter que dominar código, saber fazer layouts e ainda assim quer trabalhar no crescente e promissor mercado de comunicação e tecnologia. Good for you! Lembre-se, no entanto, que, embora bastante comum em empresas de comunicação offline, um atendimento em empresas de tecnologia e comunicação não tem o direito de ser acéfalo…
Saiba que é muito fácil você acabar sendo demitido(a) ou nunca contratado(a) se achar que dá para permanecer sem saber como as coisas funcionam ou o que é possível fazer ou não em um projeto de comunicação e tecnologia. Claro que tem gente que vai achar que é muito mais fácil desempenhar este papel (o de atendimento) num mundo onde as tecnologias mudam com uma rapidez absurda e que os profissionais responsáveis pela execução dos projetos ralam como loucos. Entretanto, a verdade não é bem essa.
Um primeiro motivo para esta não ser uma verdade é que existem empresas que insistem em misturar o atendimento com o gestor de projetos (GP) e isso acaba por tornar a vida deste profissional um caos. Entendo que é muito complicado manter uma estrutura grande em vários casos, mas quando não é possível ter dois profissionais distintos para estas funções, deve existir uma contra-partida salarial e de carga de clientes. Então, a primeira coisa a fazer é saber dimensionar a capacidade de gerenciamento de contas que um profissional deve desempenhar na empresa. Esta quantidade não deve ser muito grande pois isso facilmente gerará decepção por parte dos clientes e isso nada é bom para os negócios. Outra coisa importante que empresas costumam negligenciar é que este profissional – por ser muito exigido e desempenhar papel importante nos projetos – deve ser remunerado de forma adequada. Se a empresa quiser pagar pouco, terá sempre que se contentar com acéfalos. Aí, não há do que reclamar. Cada um cava sua cova.
Tratadas as questões estrutural e de condições de trabalho (que são de responsabilidade das empresas), vamos ao que é demandado deste profissional. Como já disse, muita gente acha que este é o trabalho mais “mamata” da empresa, mas não é por aí. Este profissional deve ter um bom conhecimento de tudo o que é possível ser feito, de todas as tecnologias e possibilidades de atuação existentes e ser um excelente comunicador e intermediador de relações. De nada vale um atendimento que funciona apenas como um leva-e-traz de demandas por parte do cliente e de respostas por parte da empresa. Este profissional deve ser capaz de – quando no cliente – saber responder o que a empresa dá conta de fazer, ter boa noção de prazos e capacidades e também ser capaz de frear as viagens do cliente, passando a ele um panorama real de tudo o que será feito. Do lado da empresa, ele deve ser capaz de representar o cliente ali, junto aos profissionais de planejamento e de produção. Ele deve conhecer o cliente muito bem para saber – antes de apresentar alguma proposta – se aquilo vai ser aprovado ou não tem chances. Sua importância é vital pois é ele quem representa a empresa junto ao cliente e também representa o cliente dentro da empresa. Viu só como este profissional é importante? Se for um acéfalo, a empresa estará dando um tiro no próprio pé!
Como se não bastassem as atribuições e características acima descritas, há empresas (e não são poucas) que ainda empilham nas costas destes profissionais a função de gerenciar projetos. Como disse, não acho que isso é legal, mas… Não sou eu quem regula o mercado. Assim sendo, vamos a algumas características imprescindíveis que um gestor de projetos deve ter. Além de ter as boas noções de prazos, capacidades, possibilidades e um bom conhecimento do orçamento e das diretrizes do projeto, este profissional deve ter uma excelente noção de tempo para bem planejar as atividades que serão desempenhadas. Ele deve ser o responsável pela montagem de um cronograma válido (Este papo de que “nenhum cronograma é respeitado” é coisa de gente ruim de serviço. Não é para me gabar, mas em meus cinco últimos trabalhos, me vi encurralado com um cronograma desumano, mas respeitei todos os prazos que me foram impostos e entreguei tudo o que me pediram nas datas combinadas. E olha que não eram trabalhos que dependiam apenas de mim…) e de cuidar para que este cronograma seja cumprido. Ele deve saber alocar recursos e profissionais dentro da empresa e cobrar o que for necessário ser entregue pelo cliente.
Além disso tudo, este profissional tem papel fundamental no planejamento da solução. Sem que tem empresa que ainda empilha mais esta função ao profissional, mas aí é demais. Este tipo de coisas simplesmente não funciona e quem faz isso, em minha opinião, tem mais é que se dar mal mesmo. Empilhar três funções é forçar demais a barra. O ideal é que sejam três profissionais distintos (atendimento – GP e Planejamento). Empilhar duas funções (Combine o empilhamento como quiser) ainda vai. Mas três, é demais.
Donos de empresa e profissionais, lembrem-se de que a ganância é a ruína do homem. Se você quer ganhar mais e contratar menos gente, isso terá consequências. Se você quer ganhar mais e acumular funções, saiba que isso terá consequências…
Entretanto, o profissional que gerencia os projetos deve ter um excelente trâmite tanto junto ao planejamento quanto com a direção de arte e a produção; sem mencionar o cliente.
Novamente pergunto, retoricamente: viu como este profissional não pode ser um acéfalo? Se você quer ser este profissional, saiba que ele ganha muito bem (ou pelo menos deve ganhar) e que o bônus não vem desacompanhado de ônus (normalmente é o cara que mais se estressa durante um projeto, e é o que menos pode demonstrar isso).
Para não ser um profissional medíocre, então, um resumo de qualidades a perseguir:
Bem, espero que estas dicas ajudem você profissional e também você que tem uma empresa; afinal, não é só responsabilidade do empregado responsável por estas funções fazer as coisas andarem.
A imagem acima contém um grande erro. Se você é um bom desenvolvedor, sabe qual é.
Ela foi retirada do site da Receita Federal, na página onde fazemos a consulta pela restituição do imposto de renda.
Para quem ainda não sacou, o erro é colocar o botão de “limpar” o formulário numa posição onde o usuário costuma encontrar o botão de “enviar” os dados preenchidos no formulário. Este erro, que é duplo (explico a seguir) proporciona uma péssima experiência, pois o usuário preenche os dados e clica – esperando que alguma ação de consulta aconteça – mas percebe que seu CPF e os dados inseridos no CAPTCHA foram apagados. Bem desnecessário e equivocado este esforço da Receita Federal.
O posicionamento deste botão nesta ordem e local específicos confunde o usuário e deve ser evitado.
Além deste erro primário de posicionamento, o botão de “limpar” em um formulário é, por si um equívoco. Responda rapidamente: por qual motivo alguém preenche os campos de um formulário para depois limpar tudo? Obviamente não há resposta para esta pergunta e a colocação deste botão só serve para complicar as coisas.
Fica pior quando o famigerado botão é posicionado num local que sugere que este deve ser o botão a ser apertado para que a função do formulário seja executada.
Mandou mal, Receita Federal.
OPORTUNIDADE: DESENVOLVEDOR JAVA
QUAL O DESAFIO?
Ajudar a desenvolver a maior plataforma de mídias digitais da América Latina.REQUISITO:
Profissional formado em Ciência da Computação.CONHECIMENTOS NECESSÁRIOS:
Experiência com desenvolvimento JEE;
Proficiência na linguagem/tecnologia Java;
Experiência com Spring e Hibernate;
Processos de desenvolvimento ágeis;
Bons conhecimentos em Linux/Unix e MySQL;
Ter trabalhado no desenvolvimento de um sistema web de larga escala;
Experiência escrevendo testes de unidade;
Capacidade e interesse em aprender rapidamente novas técnicas, ferramentas ou tecnologias;
Pró-atividade, curiosidade, busca de autonomia;
Acreditar no que chamamos de “filosofia 2.0″ de desenvolvimento: metodologias ágeis, desenvolvimento com foco no usuário, interfaces amigáveis com alta usabilidade, melhoria contínua, “always beta”, software as a service;
Gosto por inovação, e estar a procura de um desafio;REQUISITOS DESEJÁVEIS
Conhecimento de ActionScript ;
Conhecimentos de VideoOnDemand e conceitos de distribuição digital;
Mestrado na áreaEnvie seu cv ou dúvidas para rh arroba sambatech.com.br
Dando sequencia às reflexões sobre o apagão da mão-de-obra qualificada – especialmente no mercado de comunicação e tecnologia – aventuro-me neste post a falar sobre o design de interfaces.
É incrível perceber, gostaria de ressaltar antes de começar o post em si – como é comum vermos hoje em dia (em pleno ano de 2010) que tem gente que chama o designer de interfaces de webdesigner… Questãozinha que me dá até preguiça… Mas é legal deixar claro que não se trata da mesma coisa. O que se chamava no passado de webdesigner não existe mais hoje; era aquele profissional que, sozinho, dava conta de toda a produção de um site. Hoje, feitas as devidas adaptações, o webdesigner estaria mais para um gestor de projetos do que para um cara que desenha interfaces em si. Este cara, o que desenha as interfaces, e o seu trabalho são os pontos centrais de minha reflexão de hoje.
Falando sobre este trabalho, então, não é difícil percebermos que tem muita gente querendo trabalhar com isso. Entretanto, novamente temos aqueles grandes agrupamentos de categorias (ou capacidade / qualidade) dos profissionais…
Como todo mundo quer sempre subir um degrau nesta escala de qualidade profissional, espero aqui ajudar com algumas dicas. De quebra, imagino que ajudarei algumas pessoas a abandonarem o estado de mediocridade profissional e garantir seu lugar ao sol. Obviamente seria um delírio achar que todo mundo deveria (ou conseguiria) se encaixar no estágio avançado de propor coisas novas e se dar bem com isso. Entretanto, é legal sabermos que às vezes a gente vai se encontrar quase lá. E comportar-se de acordo com isso é importante; especialmente para não levarmos grandes rasteiras da vida.
É claro que esta é uma lista bem curta. Se você procurar um bom designer de interfaces, como o Herbert Rafael ou o Daniel Negreiros, eles te falarão muitas outras coisas bastante eficientes e mais específicas. De qualquer forma, imagino que estas cinco dicas listadas acima podem te ajudar a sair de um estado de mediocridade profissional e colocá-lo no rumo de um futuro mais bacana.
Comentários recentes